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São 5 horas. As notícias com Marta Caramelo Nobre.
Muito bom dia, vamos às notícias na Rádio Observador, edição das 5. Começamos com o ponto de situação dos incêndios em Portugal continental. Na última hora, entrou em fase de resolução o incêndio de Santa Marta de Penaguião, no distrito de Vila Real. Ainda assim, de acordo com o mapa de ocorrências da Proteção Civil, estão no terreno quase 180 operacionais, acompanhados por mais de 50 meios terrestres em operações de rescaldo. Antes, ficou também controlado o fogo em Abrantes, no distrito de Santarém. Foi o incêndio que mobilizou mais meios este sábado e a esta hora, em operações de rescaldo, estão ainda mais de 300 operacionais, acompanhados de mais de uma centena de veículos. As chamas começaram na freguesia de Mouriscas, pouco depois das 15h, e chegaram a mobilizar perto de 600 operacionais. No teatro de operações, ficaram dois bombeiros feridos. Ainda assim, os ferimentos foram apenas ligeiros, pelo que voltaram pouco tempo depois ao combate às chamas. À Rádio Observador, o comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Médio Tejo explicou que as chamas iam ficar dominadas durante a madrugada, devido às condições meteorológicas favoráveis. Entretanto, as previsões meteorológicas apontam para chuva em todo o país a partir deste domingo. É fruto de uma depressão que também vai trazer vento e trovoada. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera colocou oito distritos com aviso amarelo das 09h às 18h. São eles Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa e Setúbal. Já a Proteção Civil emitiu um alerta à população, uma vez que estão previstos períodos de chuva intensos, que podem ser fortes e persistentes, acompanhados por trovoada e rajadas de vento. E pede-se também à população que tome medidas preventivas, visto que há também o risco de inundação. O secretário-geral do PCP diz que o Partido Socialista vai ser responsável pelas consequências da política do governo, caso viabilize o Orçamento do Estado. Paulo Raimundo considera que uma eventual viabilização do Orçamento do Estado da parte do PS encosta diretamente os socialistas às decisões do Executivo. O líder dos comunistas defende também que, ao deixar passar a proposta, os socialistas estão a permitir que o Chega não venha a jogo.
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