No século XIX a explosão dos nacionalismos, associada aos ecos sucessivos da Revolução Francesa, foi a força motriz da História europeia. Dependendo da geografia, o nacionalismo ora serviu de conteúdo “cultural” de consolidação dos recentes Estados soberanos, ora actuou como agente de subversão dos impérios que ainda governavam uma parte considerável do território europeu. Simultaneamente um momento de tomada de consciência histórica e uma ideologia que ia sendo forjada por diferentes filósofos, juristas e aventureiros, o nacionalismo tornou-se o novo horizonte político de todas as latitudes e, até certa altura, unificador de esquerdas e direitas.
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