4h. Cheias. Sobe para 162 número de mortos no Nepal e Tibete

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Duas horas. As notícias com Hugo Fortunato de Oliveira. Subiu para 162 o número de mortos nas cheias no Nepal e no Tibete. O número foi atualizado na última hora pelas autoridades nepalesas. Os desaparecidos são já às centenas. Só do lado do Tibete são mais de 550 pessoas desaparecidas. Há dois portugueses entre essas centenas de pessoas desaparecidas, um homem e uma mulher. A informação é avançada à Rádio Observador pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros, que garante que a tutela está a acompanhar a situação ao minuto. António José Seguro já enviou uma mensagem de condolências ao homólogo do Nepal, a título pessoal e em nome do povo português. O presidente da República apresentou as condolências às famílias das vítimas e deseja uma rápida recuperação às pessoas feridas. O secretário-geral da ONU, António Guterres, anunciou já que as equipes das Nações Unidas e parceiros humanitários estão a mobilizar mantimentos e pessoas para apoiar as comunidades afetadas. Por cá, 11 distritos estão esta quinta-feira sob aviso amarelo, devido à previsão de trovoadas e precipitação, por vezes, forte. São eles: Aveiro, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria, Porto, Viana do Castelo e ainda Vila Real e Viseu. Os avisos entraram em vigor pouco depois da meia-noite e mantêm-se até às 15h desta quinta-feira. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera prevê ainda condições favoráveis à ocorrência de fenômenos meteorológicos localizados, como granizo e rajadas de vento entre os 70 e os 90 km/h. Luís Marques Mendes pede humildade democrática ao governo e à oposição. Em Castelo de Vide, na Universidade de Verão do PSD, o antigo líder do partido avisa que não é possível viver em campanha eleitoral permanente e lamenta o clima de crispação constante.

Eu olho, às vezes, para a vida política nacional e parece que vamos ter eleições nos próximos meses. É tudo num clima de crispação da direita à esquerda, um clima quase de campanha eleitoral. Acho que era importante olhar para estes exemplos, mas não há apenas os exemplos no PSD, há também Mário Soares e outros exemplos. É preciso um pouco humildade democrática, sentido de responsabilidade, alguns entendimentos políticos, não precisam ser muitos, mas alguns, para o país seguir em frente. O país é mais importante que a circunstância que somos cada um, cada um de nós.

O ex-candidato presidencial aproveitou ainda esta ocasião para falar de uma revisão da Constituição. Marques Mendes considera que não é necessária, nem uma prioridade, mas admite que pode ser positiva se for cirúrgica. Ainda antes, à chegada à Universidade de Verão do PSD, Luís Marques Mendes falou aos jornalistas, garante que o seu tempo na política chegou ao fim, mas mostra-se disponível para regressar ao comentário político televisivo. O diretor nacional da Polícia de Segurança Pública não se compromete com o reforço de 200 agentes até o final do ano para Lisboa, pedido pelo autarca Carlos Moedas. Luís Carrilho admite que continuam a faltar muitos polícias, não só na capital, mas em todo o país. Em entrevista à SIC Notícias, o diretor nacional da PSP considera insuficiente o reforço do efetivo policial em Portugal.

Temos feito, desde 2024, um grande esforço de aumento do número de polícias na Polícia de Segurança Pública. Insuficiente, em primeiro lugar, para o diretor nacional da Polícia de Segurança Pública, ou melhor, insuficiente, em primeiro lugar, para Portugal. Todos nós queremos mais polícias. Para Lisboa, o grande problema não é o número de polícias que mandamos para Lisboa, é o número de polícias que saem de Lisboa. Nós, este ano, com a escola de formação, que acabou em maio, tivemos que, e tomamos essa decisão, as fronteiras são muito importantes, 360 dos polícias foram para os aeroportos e os outros 190 foram para Lisboa.

O diretor nacional da PSP, Luís Carrilho, em entrevista à SIC Notícias, a não se comprometer com o pedido feito por Carlos Moedas de mais 200 agentes para a capital. O Ministério da Saúde vai decretar serviços mínimos para a greve dos técnicos de emergência pré-hospitalar. A paralisação está marcada para os dias 14 e 28 de setembro. Esta quarta-feira, a ministra da Saúde, mas também a Direção Nacional do INEM e o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar estiveram reunidos com o objetivo de chegar a um entendimento para a desconvocação da greve. O encontro terminou sem o acordo, pelo menos por agora. A ministra Ana Paula Martins ainda tem esperança de que a greve venha a ser desconvocada, mas por precaução, já anunciou a marcação de serviços mínimos para os dois dias de paralisação.

Avançaremos de imediato com a marcação de serviços mínimos, porque caso a greve venha a ser suspensa, neste caso, se vier a ser suspensa, não serão naturalmente necessários os serviços mínimos. Mas se não for suspensa, nós temos de garantir, naturalmente, que os serviços mínimos estão assegurados. Por isso, é tudo quanto temos para vos dizer e mais uma vez referir que a reunião foi, de facto, muito construtiva.

Ana Paula Martins, que adianta ainda que na próxima semana o presidente do Conselho Diretivo do INEM vai analisar de forma mais detalhada as reivindicações dos trabalhadores Ainda antes da ministra da Saúde, falou o presidente do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar. Rui Lázaro admite algumas aproximações entre as partes.

Houve uma aproximação quanto ao governo conseguir nos garantir que as atuais 56 ambulâncias de emergência médica se mantêm quase na totalidade ou salvo raras exceções, disponíveis para socorrer os cidadãos, que é a nossa reivindicação. Também aproximação no caso das ambulâncias SIVE, de que se possa eventualmente avançar com projetos-piloto para análise e posteriormente decisão mais tarde. Nós demonstrámos a flexibilidade também de receber a contraproposta e analisá-la para tomarmos uma decisão futura.

Rui Lázaro, presidente do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar, em declarações aos jornalistas na tarde desta quarta-feira, na sede do Ministério da Saúde, em Lisboa. Seguimos com a atualidade internacional. Irão e Omã chegaram a um acordo sobre um corredor temporário para a navegação no estreito de Ormuz, mas o entendimento tem várias condições e não significa que o estreito esteja reaberto. Maria Miguel Marques.

O novo corredor começa em águas territoriais iranianas e parte da saída vai ser também feita por águas do Irão. A rota vai ter cerca de 11 km de largura, mas os navios não vão ter passagem livre. Segundo o exército iraniano, as embarcações vão ser sujeitas à vigilância antes mesmo de entrarem no estreito e só podem atravessar com autorização de Teerão. O acordo prevê ainda uma divisão entre Irão e Omã das águas do estreito de Ormuz e das receitas associadas à passagem. Mas ainda não são conhecidos os pormenores sobre a forma como essas receitas vão ser geradas ou distribuídas entre os dois países. Falta também definir as coordenadas exatas do corredor e as regras de utilização. Não é, por exemplo, ainda claro se vai haver navios ou bandeiras impedidos de passar pelo estreito. Apesar do acordo com Omã, o Irão reitera que o estreito de Ormuz continua fechado. Teerão não abre mão das exigências para a reabertura da passagem estratégica para a economia global. Garante que o estreito só pode ser totalmente aberto quando os Estados Unidos cumprirem os compromissos assumidos no memorando de entendimento celebrado em junho. Entre essas condições estão o alívio das sanções e a libertação de ativos iranianos congelados.

A jornalista Maria Miguel Marques, com os detalhes do acordo entre Irão e Omã para a criação de um corredor temporário no estreito de Ormuz. Tempo ainda nesta edição para o futebol. O Benfica entra esta quinta-feira em campo na Dinamarca frente ao Aarhus. É o último obstáculo para a qualificação para a fase de liga da Liga Europa. Da primeira mão, os encarnados trazem uma vantagem de dois gols depois da vitória por 3x1 no Estádio da Luz. Na antevisão à partida, o treinador das Águias, Marco Silva, afirma que o desempenho no primeiro jogo foi positivo, mas prevê um adversário com pressa para marcar.

A nossa estratégia tática, tivemos muito bem no jogo também. Sei que sofremos um gol completamente evitável no momento que tínhamos bola, mas taticamente estivemos bem, ajustamos algumas questões de posicionamento da nossa linha média, que funcionou também bem. Esperamos um jogo difícil, um adversário que naturalmente vai querer reagir, um adversário que vai querer ter um impacto desde o começo do jogo. E como disse há pouco, é um jogo que vai exigir que estejamos a um nível muito bom para passar.

Marco Silva, que ganha um novo reforço para o plantel dos encarnados, o internacional português João Palhinha. O treinador do Benfica está satisfeito com esta entrada, mas confessa que ainda quer mais.

Quando contratamos um jogador como o João para o nosso clube é porque acreditamos que vai realmente acrescentar algo importante. Eu tinha falado muito do perfil que procurávamos para aquela posição. Portanto, nesse aspecto, decidimos ir pelo João e é um jogador como todos os outros que tentamos contratar e eu percebo a vossa questão e a curiosidade por aquilo que são as nossas opiniões e o impacto que pode ter ou não. Quando contratamos jogadores é para tentar que o Benfica seja mais forte e esse foi o objetivo com o João.

Marco Silva em antevisão da partida entre o Aarhus e o Benfica. O médio norueguês Fredrik Kaupsness está fora das opções do treinador encarnado devido a uma lesão. Por outro lado, o central Sergii Kyslytsya está convocado e pode estrear-se de águia ao peito. A partida entre o Aarhus e o Benfica tem apito inicial às 19h desta quinta-feira. O relato e o comentário são para acompanhar aqui em direto na Rádio Observador, com emissão especial de desporto. Notícia de fecho neste jornal das 04h. A informação está de regresso à antena do Observador às 05h. Já a seguir, a primeira parte da repetição do Contracorrente desta quarta-feira.