O segredo está no equilíbrio entre corpo, taninos e intensidade de sabor, características que ajudam o vinho a acompanhar a suculência, a gordura e os aromas defumados da carne.
Tannat
O Tannat é uma das melhores escolhas para cortes mais gordurosos, como costela picanha. Seus taninos marcantes ajudam a "limpar" o paladar da gordura, enquanto o corpo intenso acompanha a potência da carne. Essa uva é icônica do Uruguai e combina à perfeição com os famosos asados locais.
Montes Toscanini Reserva Familiar Tannat. — Foto: Porto a Porto/Divulgação.
Cabernet Sauvignon
Vinhos de Cabernet Sauvignon são uma das melhores opções para acompanhar carnes, sobretudo temperadas com ervas aromáticas como alecrim, orégano e louro, ou com molho chimichurri, que realçam as notas herbais da uva.
Carolina Gran Reserva Cabernet Sauvignon. — Foto: Porto a Porto/Divulgação.
O Chile é um grande produtor de Cabernet Sauvignon e o Carolina Gran Reserva é um rótulo de excelente custo-benefício para compartilhar no churrasco. É assinado pela vinícola centenária e amadureceu 12 meses em carvalho para ganhar mais corpo e sabor.
Nebbiolo e Barolo
Para quem busca elegância e sofisticação, o Barolo é uma das melhores opções. Produzido no Piemonte, no noroeste da Itália, com a uva Nebbiolo, combina taninos elevados, acidez vibrante e aromas complexos que valorizam carnes assadas lentamente, como cordeiro, paleta bovina ou um prime rib.
Barolo DOCG Truffle Hunter Leda. — Foto: Porto a Porto/Divulgação.
O Barolo DOCG Truffle Hunter Leda amadureceu 3 anos em barrica e entrega grande complexidade de aroma e sabor. Perfeito para acompanhar cortes bem marmorizados como bife ancho, tomahawk, prime rib ou carnes assadas lentamente.
Tempranillo
Ninguém produz vinhos de Tempranillo como os espanhóis, especialmente quando envelhecidos em barrica de carvalho. Estes exemplares são o par perfeito para o churrasco graças a seu corpo, taninos equilibrados e notas de frutas maduras, baunilha e especiarias.
Marqués de Tomares Reserva. — Foto: Divulgação.
Os melhores Tempranillos são elaborados nas regiões de Rioja e Ribera del Duero e a Marqués de Tomares é uma das vinícolas mais icônicas do país. O Marqués de Tomares Reserva é um vinho de grande complexidade e qualidade que amadureceu 18 meses em barrica e mais 18 meses na garrafa.
Baga
Fechando a lista, a portuguesa Baga surpreende pela combinação de taninos firmes, acidez elevada e ótima capacidade de envelhecimento. Os melhores rótulos são produzidos na região da Bairrada e a enóloga Filipa Pato é uma das figuras mais reconhecidas internacionalmente na valorização dessa variedade.
Nossa Calcário Vinhas Velhas Tinto. — Foto: Porto a Porto/Divulgação.
Seu Nossa Calcário Vinhas Velhas Tinto foi eleito melhor vinho de Portugal em 2025 pelo crítico James Suckling. De uvas de cultivo orgânico e biodinâmico, é produzido com vinhas de mais de 80 anos, que elevam a qualidade da bebida, e amadureceu 18 meses em carvalho.
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