Cordão Tulipa Vermelha: Campinas adota identificação para Parkinson | G1

🌷 O cordão poderá ser usado em estabelecimentos públicos e privados para sinalizar, de forma discreta, que a pessoa apresenta uma restrição motora e pode precisar de atendimento preferencial, ajuda para se locomover ou atenção especial.

O uso do Cordão Tulipa Vermelha será facultativo e também poderá ser feito por acompanhantes e responsáveis. A lei determina que o acessório não será obrigatório para que pessoas com Parkinson ou outros distúrbios do movimento tenham acesso a direitos e benefícios já garantidos.

Segundo a legislação, o cordão poderá ser usado para:

  • sinalizar restrições motoras aos funcionários de estabelecimentos;
  • evitar constrangimentos relacionados à condição ou à variação dos sintomas;
  • garantir atendimento preferencial;
  • facilitar a oferta de ajuda para locomoção;
  • solicitar atenção especial durante procedimentos de segurança;
  • favorecer a autonomia e a inclusão das pessoas que utilizam o acessório.

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Como funciona o Cordão Tulipa Vermelha?

O Cordão Tulipa Vermelha será branco, estampado com desenhos de tulipas vermelhas, e terá 2 centímetros de largura e 85 centímetros de comprimento.

O acessório deverá ser acompanhado por um cartão de identificação com informações pessoais e sobre a condição de saúde do usuário.

O crachá deverá conter:

A lista de medicamentos usados pela pessoa também poderá ser incluída, mas não será obrigatória.

Imagem ilustrativa do Cordão Tulipa Vermelha — Foto: Prefeitura de Campinas/Reprodução

Quem poderá usar o cordão para Parkinson em Campinas?

O Cordão Tulipa Vermelha poderá ser usado por pessoas com doença de Parkinson ou outros distúrbios do movimento, além de acompanhantes e responsáveis.

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Para obter o cartão de identificação, será necessário apresentar documentos que comprovem a condição. A lei cita, entre as possibilidades:

  • comprovante de aposentadoria por invalidez relacionada à doença;
  • cadastro em farmácia de alto custo;
  • laudo médico e exames comprobatórios.

Estabelecimentos deverão orientar funcionários

A nova lei também determina que estabelecimentos públicos e privados de Campinas orientem funcionários, colaboradores e trabalhadores terceirizados sobre o Cordão Tulipa Vermelha e sobre os procedimentos que podem ajudar pessoas com Parkinson ou outros distúrbios do movimento.

A orientação deve incluir formas de identificar situações em que a pessoa possa precisar de auxílio por causa de dificuldades motoras.

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