Minas Gerais
Duas das três cadeiras de Minas no Senado estarão em disputa nas eleições deste ano; veja como funciona a votação
23/09/2026 09:04

Belo Horizonte — Os eleitores de Minas Gerais terão uma escolha em dobro para o Senado nas eleições de 2026. Neste ano, duas das três cadeiras do estado na Casa estão em disputa, e 16 candidatos concorrem às vagas.
Diferentemente de 2022, quando cada eleitor escolheu apenas um nome para o Senado, desta vez será possível votar em dois candidatos diferentes. Isso ocorre porque a Casa renova alternadamente um terço e dois terços de suas 81 cadeiras a cada quatro anos. Em 2026, 54 vagas, duas por estado e pelo Distrito Federal, serão preenchidas.
Em Minas, os mandatos que chegam ao fim são os de Carlos Viana (PSD) e Rodrigo Pacheco (PSB). Viana tenta permanecer no Senado por mais oito anos e disputa a reeleição. Pacheco, por sua vez, não concorre a cargo eletivo neste ano.
A terceira cadeira mineira pertence a Cleitinho (Republicanos), eleito em 2022 e com mandato até 2031. Ele disputa o governo de Minas neste ano. Caso seja eleito governador, deixa o Senado e a cadeira passa ao primeiro suplente de sua chapa. Se não vencer a disputa estadual, poderá continuar exercendo o mandato de senador.
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Quem disputa o Senado por MG
Ao todo, 16 candidatos concorrem às duas cadeiras de Minas Gerais. A disputa aparece aberta nas pesquisas divulgadas em setembro, com diferentes nomes tecnicamente empatados dentro das margens de erro.
Levantamento Datafolha divulgado em 11 de setembro mostrou Marília Campos (PT) numericamente à frente, com 12% das intenções de voto. Carlos Viana (PSD) e Aécio Neves (PSDB) tinham 10% cada; Domingos Sávio (PL), 8%; e Marcelo Aro (PP), 6%. A margem de erro era de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
Na pesquisa Quaest divulgada em 8 de setembro, Marília tinha 13%; Aécio, 10%; Viana, 8%; e Domingos Sávio, 6%. A margem de erro também era de três pontos percentuais.
Conheça os 16 candidatos ao Senado por Minas Gerais:

16 imagens






1 de 16
Aécio Neves (PSDB)
Bruno Spada/Câmara dos Deputados

2 de 16
Marília Campos (PT)
Reprodução/Redes Sociais

3 de 16
Áurea Carolina (PSol)
Willian Dias/ALMG

4 de 16
Carlos Viana (PSD)
HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto

5 de 16
Domingos Sávio (PL)
Kayo Magalhães / Agência Câmara

6 de 16
Marco Antônio Superman (Novo)
Reprodução

7 de 16
Marcelo Aro (PP)
Willian Dias/ALMG

8 de 16
Ana Luiza do MLB (UP)
Reprodução/Redes sociais

9 de 16
Arcanjo Pimenta (MDB)
Reprodução/Redes sociais

10 de 16
Carlin Moura (Avante)
Reprodução/Redes sociais

11 de 16
Fidélis Alcântara (UP)
Reprodução/Redes sociais

12 de 16
Jordano Metalúrgico (PSTU)
Reprodução/Redes sociais

13 de 16
Juiz Ramon Moreira (DC)

14 de 16
Manoel Carvalho (MDB)
Reprodução/Redes sociais

15 de 16
Tião Pessoa (PCO)
Reprodução/Redes sociais

16 de 16
Victória Mello Vic (PSTU)
Como funciona a eleição para o Senado
O Senado tem 81 integrantes, três de cada estado e do Distrito Federal, independentemente do tamanho da população. Os mandatos duram oito anos e a renovação ocorre a cada quatro anos: em uma eleição, troca-se um terço da Casa; na seguinte, dois terços.
Como 2026 é uma eleição de renovação de dois terços, serão escolhidos dois senadores em cada estado. Não há segundo turno para o cargo: são eleitos os dois candidatos que receberem o maior número de votos válidos.
Na urna eletrônica, o eleitor votará primeiro para deputado federal e depois para deputado estadual. Na sequência, aparecerão as duas escolhas para senador. Depois vêm os votos para governador e presidente da República.
O eleitor deverá escolher dois nomes diferentes para o Senado. Ou seja, não é possível usar os dois votos para reforçar a votação de um único candidato.