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A EMS foi eleita a empresa do ano no prêmio TOP 30 – As melhores empresas do Brasil, realizado pela revista VEJA NEGÓCIOS nesta segunda-feira, 24. A companhia também venceu na categoria de produtos farmacêuticos, após apresentar os melhores resultados do setor nos últimos quatro anos, segundo dados da Austin Rating. Os prêmios foram entregues em meio à expansão da empresa no mercado de canetas emagrecedoras à base de semaglutida, impulsionada pelo fim da patente do Ozempic. A EMS já alcançou 30% de participação nesse segmento e vê um cenário positivo para a inovação no setor farmacêutico.
A companhia se destacou como líder do setor nos últimos quatro anos. Segundo dados da Austin Rating, a EMS registrou rentabilidade média de 28,5% ao ano no período. A única empresa que mais se aproximou desse desempenho foi a farmacêutica Merck, com rentabilidade média anual de 23,1%.
A EMS também liderou em receita líquida, com média de 8,6 bilhões de reais no período analisado. A segunda colocada foi a Eurofarma, com receita líquida média de 8,3 bilhões de reais, segundo a Austin Rating.
No ranking geral, que considera indicadores como ativo total, patrimônio líquido, receita líquida, resultado líquido, endividamento, entre outros, a EMS alcançou 74,88 pontos. O resultado garantiu à companhia a liderança no setor farmacêutico pelo segundo ano consecutivo.
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Após receber os prêmios de melhor farmacêutica e de empresa do ano, a companhia contou à VEJA NEGÓCIOS seus planos para o futuro. Marcus Sanchez, vice-presidente da EMS, afirmou durante o evento que a empresa já alcançou 30% de participação no mercado de canetas de semaglutida e que o setor precisa mais fomento por parte do governo para manter a inovação.
“No segundo mês de operação nesse segmento estamos com 30% de participação de mercado, trazendo o produto a um custo atraente para a população. O mercado farmacêutico cresce de forma recorrente com as empresas nacionais cada vez mais preparadas para inovar”, afirma.
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Segundo o executivo, o avanço da inovação depende também de um ambiente regulatório mais moderno, que permita às empresas farmacêuticas brasileiras competir em melhores condições com multinacionais estrangeiras.
“Essa é uma indústria extremamente estratégica para a soberania nacional, que tem boas linhas de fomento, mas alguns subsídios ainda podem ser aumentados”, conclui Marcus Sanchez.
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