Segundo Nicole, a confusão começou após uma discussão sobre o volume do som na área de lazer do condomínio. Ela relatou que Daniel foi ao local pedir que o som fosse reduzido. O pedido foi atendido, mas a discussão continuou no grupo de WhatsApp dos moradores.
Em nota, a defesa afirmou que o morador acionou a polícia e permaneceu por horas aguardando na portaria do condomínio. Segundo os advogados, ao tentar retornar ao apartamento, Daniel foi impedido por cerca de 15 pessoas que participavam de uma festa durante a madrugada.
A defesa também afirmou que o grupo atacou o morador e lançou garrafas e pedras contra ele e o veículo. Os advogados afirmaram que o objeto usado por Daniel era uma arma de brinquedo e negaram que ele portasse uma arma de fogo.
“Informações divulgadas de forma incompleta ou distorcida não correspondem à realidade dos acontecimentos”, afirmou a defesa. Os advogados acrescentaram que medidas já estão sendo adotadas para esclarecer o caso e responsabilizar os envolvidos.
'Comportamentos invasivos', diz jovem
Ao g1, Nicole afirmou que já havia presenciado outros comportamentos que considerava invasivos por parte do morador.
“Desde que cheguei ao condomínio, ele apresentava comportamentos que considero inadequados e invasivos, como ficar me observando insistentemente, fazendo investidas e me assediando verbalmente na área de lazer sempre que nos encontrávamos”, relatou.
Nicole contou que, por volta das 22h30, Daniel foi até a área de lazer para reclamar do som. Segundo ela, o equipamento foi desligado. Apesar disso, a discussão continuou no grupo do condomínio.
Conforme o relato da jovem, um amigo foi conversar com Daniel sobre a situação. Ela afirmou que o homem empurrou o rapaz. Outros jovens se levantaram para defendê-lo. Segundo Nicole, ninguém havia agredido fisicamente Daniel até aquele momento.
Nicole relatou que Daniel deixou o local dizendo que subiria para o apartamento e retornaria em seguida. Quando voltou, segundo ela, portava um objeto semelhante a uma arma e passou a agredir dois rapazes, um deles menor de idade.
“Diante de toda a situação, das ofensas anteriores, do histórico de comportamentos que eu já vinha enfrentando e, naquele momento, ao presenciar as agressões contra os rapazes, acabei indo em direção a ele para confrontá-lo”, contou.
Nicole afirmou que foi atingida na testa pelo objeto e sofreu um corte com sangramento.
Vídeos da confusão foram compartilhados nas redes sociais. Nas imagens, Daniel aparece segurando um objeto semelhante a uma arma de fogo.
“Informações divulgadas de forma incompleta ou distorcida não correspondem à realidade dos acontecimentos”, afirmou a defesa, acrescentando que as providências para esclarecer o caso e responsabilizar eventuais envolvidos já estão sendo adotadas.
O caso foi registrado na Polícia Civil do Piauí como ameaça, lesão corporal, constrangimento ilegal, posse irregular de arma de fogo e violência doméstica contra a mulher.
A denúncia
Homem aponta arma para jovens durante briga em condomínio de Teresina — Foto: Reprodução/Redes Sociais
Segundo Nicole, o desentendimento começou no grupo de WhatsApp do condomínio, após o homem reclamar do som. Ela afirmou ao g1 que já havia tido outros episódios de comportamento que considerava invasivo por parte do morador.
“Desde que cheguei ao condomínio, ele apresentava comportamentos que considero inadequados e invasivos, como ficar me observando insistentemente, fazendo investidas e me assediando verbalmente na área de lazer sempre que nos encontrávamos”, relatou.
Nicole contou que, por volta das 22h30 ou 23h, o homem desceu até a área de lazer para pedir que o volume do som fosse reduzido. Segundo ela, o pedido foi atendido e o som foi desligado. Mesmo assim, a discussão continuou no grupo do condomínio.
Ainda conforme o relato da jovem, um amigo foi conversar com o morador e questioná-lo sobre a situação. Ela afirmou que o homem empurrou o rapaz. Outros jovens que estavam no local teriam se levantado para defendê-lo, mas, segundo Nicole, ninguém havia iniciado agressões físicas contra o morador naquele momento.
A jovem relatou que o homem deixou o local dizendo que subiria para o apartamento e retornaria depois. Quando voltou, segundo ela, estava armado e passou a agredir dois rapazes, sendo um deles menor de idade.
Diversos vídeos mostrando a confusão foram compartilhados nas redes sociais. Nas imagens, é possível observar o homem segurando um objeto semelhante a uma arma de fogo.
Nicole disse que pegou o celular para registrar a situação. Segundo ela, ao perceber que estava sendo filmado, o homem tomou o aparelho e o arremessou. Em seguida, teria ido em sua direção.
“Diante de toda a situação, das ofensas anteriores, do histórico de comportamentos que eu já vinha enfrentando e, naquele momento, ao presenciar as agressões contra os rapazes, acabei indo em direção a ele para confrontá-lo”, contou.
O caso foi registrado na Casa da Mulher Brasileira e encaminhado à 25ª Delegacia de Polícia (7ª Seccional), e é investigado pela Polícia Civil.
Defesa contesta versão
Em nota, a defesa do suspeito afirmou que o morador acionou a Polícia e permaneceu por horas aguardando na portaria. Segundo os advogados, quando decidiu retornar ao apartamento, ele teria sido impedido por um grupo de aproximadamente 15 pessoas que participava de uma festa durante a madrugada.
Ainda conforme a defesa, o grupo teria atacado o morador, arremessando garrafas e pedras contra ele e o veículo.