Finlândia e Suécia intercetaram aviões militares russos na região do Báltico - 24 Notícias

O primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, garante que a operação é uma expressão da força nórdica e da NATO. O Presidente francês, Emmanuel Macron, garante que a Rússia está a convocar 300 mil soldados.

Caças da Finlândia e da Suécia intercetaram aviões militares russos que sobrevoavam o Mar Báltico: o primeiro-ministro sueco, Ulf Kristersson, descreveu a operação como uma “expressão da força da cooperação nórdica, nórdico-báltica e da NATO em geral”. Numa publicação no X, o chefe do governo sueco afirmou que o “Mar Báltico nunca esteve tão vulnerável como agora, mas também nunca esteve tão bem protegido como está neste momento”. Esta foi a primeira vez que a Suécia e a Finlândia realizaram uma operação conjunta no âmbito da nova cooperação “Alerta de Reação Rápida”, que permite que os caças operem a partir de bases aéreas de ambos os países.

Emmanuel Macron diz que Rússia está a mobilizar 300 mil soldados: o Presidente francês garante que há “diversos sinais” de que Moscovo está a mobilizar pessoas. “De facto, houve vários relatórios compartilhados por serviços de inteligência europeus e americanos, assim como pelos nossos amigos ucranianos”, disse Macron numa entrevista à TF1 e à France 2. As declarações surgem depois de um alerta ucraniano, em agosto, de que o Kremlin se preparava para convocar 600 mil pessoas até ao final de 2027.

Donald Trump autoriza Kiev a produzir missões Patriot: o Presidente norte-americano concedeu licenças para a Ucrânia produzir mísseis de defesa Patriot para abater mísseis balísticos russos. A confirmação foi feita pelo Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, através de um áudio enviado à imprensa ucraniana. Este sistema de defesa área é  produzido pelos EUA, sendo um dos mais avançados do mundo.

Adolescente de 14 anos morre em ataque russo: um drone russo atingiu um prédio residencial de 16 andares, em Kiev, e matou um jovem de 14 anos e feriu, pelo menos, sete pessoas. Zelensky já condenou o ataque “absolutamente brutal e repugnante, desprovido de qualquer lógica militar”. O Presidente ucraniano alertou ainda para a ameaça “praticamente constante” de ataques e referiu que, esta sexta-feira, já foram atingidas oito regiões. 

Ucrânia atacou fábrica de componentes elétricos russa: as forças ucranianas atacaram ainda uma uma refinaria de petróleo russa esta noite. Localizada em Perm, a cerca de 1.500 quilómetros da fronteira da Ucrânia com a Rússia, a refinaria incendiou-se após o ataque.