
Fundo imobiliário vende prédio em São Paulo e estima ganho de R$ 2,83 por cota; veja detalhes (Imagem: Lemon_tm/ istockphoto)
O fundo imobiliário Pátria Properties (RBRP11) anunciou, por meio de fato relevante, que firmou um compromisso para vender sua participação no Edifício Jacks Rabinovich, localizado em São Paulo (SP), por R$ 167,5 milhões.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Segundo o comunicado divulgado ao mercado, o imóvel possui 4.775 metros quadrados (m²) de área bruta locável (ABL), dos quais 2.865 m² correspondem à fração de 60% detida pelo RBRP11 por meio de uma sociedade de propósito específico (SPE).
Do valor total da transação, R$ 16,75 milhões foram pagos já na assinatura do compromisso, sendo R$ 10,05 milhões destinados ao FII.
Os R$ 150,75 milhões restantes serão pagos na lavratura da escritura de compra e venda, dos quais R$ 90,45 milhões caberão ao RBRP11.
Com isso, o fundo imobiliário deverá receber aproximadamente R$ 100,5 milhões pela negociação.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
De acordo com a Patria Investimentos, gestora do veículo, a venda poderá gerar um ganho de capital de R$ 34,4 milhões para o RBRP11, equivalente a um resultado de R$ 2,83 por cota. A taxa interna de retorno (TIR) está calculada em 17,8% ao ano.
O fechamento da transação, com a assinatura da escritura, está previsto para ocorrer em até 10 dias.
O imóvel
O Edifício Jacks Rabinovich está localizado na Rua Ministro Jesuíno Cardoso, nº 589, na Vila Olímpia, e é classificado como um empreendimento corporativo A+ pela Buildings.
O imóvel foi desenvolvido pelo próprio fundo imobiliário e entregue no fim de 2025, com características voltadas à ocupação por um único usuário.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A SPE responsável pelo prédio foi criada em junho de 2021, com o RBRP11 detendo 60% de sua participação e um sócio minoritário os 40% restantes.
Segundo a Patria, após receber diferentes propostas tanto para a primeira locação quanto para a venda do edifício, a gestão decidiu pelo desinvestimento integral do empreendimento.
“A transação está em linha com a estratégia de gestão ativa do portfólio, visando reciclagem de ativos e realização de ganhos imobiliários”, afirmou a casa, no fato relevante.
“O imóvel possui predileção para monousuário e, após diferentes propostas, tanto para a primeira locação quanto para venda, a gestão optou pelo desinvestimento integral por identificar que essa alternativa geraria maior valor ao cotista”, acrescentou.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE