Autocarro que transportava cerca de três dezenas de crianças e jovens caiu de uma ravina. Pelo menos 25 pessoas morreram
O Governo português manifestou este domingo “profunda consternação” pelo “trágico acidente” envolvendo um autocarro com alunos, que causou pelo menos 25 mortos, na noite de sábado, na ilha cabo-verdiana do Fogo.
“Neste momento de profunda dor, [o ministro dos Negócios Estrangeiros] transmite as mais sentidas condolências às famílias das vítimas, em particular das crianças e jovens que perderam a vida, e deseja uma rápida recuperação aos feridos”, disse o ministro Paulo Rangel, numa mensagem publicada nas redes sociais.
O Governo expressou ainda “a solidariedade de Portugal para com o povo irmão e autoridades cabo-verdianas”.
Um acidente com um autocarro que transportava alunos causou pelo menos 25 mortos e 18 feridos na ilha cabo-verdiana do Fogo, na noite de sábado.
Os feridos, com idades entre os 6 e os 11 anos, estão hospitalizados, quatro dos quais em estado grave, segundo as autoridades cabo-verdianas.
O Presidente cabo-verdiano, José Maria Neves, desloca-se hoje à ilha do Fogo, onde já se encontra o primeiro-ministro, Francisco Carvalho.
De acordo com a Câmara Municipal de São Filipe, o "autocarro transportava alunos num passeio" quando saiu da estrada e caiu de uma altura de cerca de 30 metros, na localidade de Campanas de Cima, no município de Santa Catarina do Fogo.
O município declarou dois dias de luto municipal e anunciou uma reunião extraordinária para hoje, para deliberar sobre os apoios aos familiares das vítimas.
O Presidente da República de Cabo Verde, José Maria Neves, apresentou as suas condolências às famílias das vítimas e desejou uma "rápida recuperação aos feridos".
O primeiro-ministro, Francisco Carvalho, manifestou também o pesar do Governo pela perda de vidas no acidente e apresentou as condolências às famílias das vítimas, estendendo a solidariedade aos feridos e à população do Fogo.
O chefe do Governo desejou ainda uma pronta recuperação aos feridos e reconheceu o trabalho dos profissionais de saúde, das equipas de socorro e de todos os que estão a prestar auxílio às vítimas.