Ivanovic já saiu e Suárez quer arrebentar com a porta

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Está no ar mais uma edição de "E o Campeão É?", da Rádio Observador. Na próxima meia hora, vamos mergulhar na atualidade desportiva nacional e internacional e continuamos com o mercado de transferências, com novidades para o lado do Benfica. Nesta manhã, Franjo Ivanović foi anunciado como reforço dos franceses do Lens. É um empréstimo de uma temporada que rende aos cofres encarnados € 2,5 milhões. Recordar que o Benfica viaja hoje à tarde para a Escócia para defrontar amanhã o Hearts para a segunda mão da terceira eliminatória do acesso à fase liga da Liga Europa. Já na porta de saída, mas do outro lado da segunda circular, no Sporting, pode estar Luiz Javier Suárez. Segundo a imprensa desportiva, o melhor marcador do campeonato do ano passado está isolado do grupo. O jornal "Record" avança que o internacional colombiano teve desentendimentos com alguns colegas de equipe. Em sentido inverso, há Nestory Irankunda, o extremo esquerdo que chegou ontem a Lisboa para ser o sétimo reforço de Rui Borges. Meu nome é João Lourenço e hoje tenho comigo o Gabriel Alves, o Augusto Inácio, o João Castro e também o Pedro Henriques. Muito boa tarde aos quatro. Começo por si, Augusto. Franjo Ivanović saiu do Benfica, teve apenas uma temporada em Lisboa. O avançado croata realizou 43 jogos e marcou nove gols. Na sua opinião, o que correu mal a Ivanović?

Boa tarde a todos. Isso tem tudo a ver com aquilo que é o sistema de jogo que o treinador do Benfica pretende implementar naquilo que é suas ideias ofensivas. Ora, o Benfica já tem cometido este erro várias vezes, e esta foi mais uma. O Ivanović é um jogador que gosta de jogar com um ponta de lança ao seu lado. Neste caso, podia ser o Pavlídis. Só que o Benfica nunca joga com dois pontas de lança, joga sempre só com um. E a partir desse momento, recorre-se ao Ivanović naquela de tentar dar uns minutos depois de algum tempo de jogo que o Pavlídis tinha e colocar o Ivanović. E às vezes, em 15, 20 minutos, 10 minutos, quer que o Ivanović faça três, quatro, cinco gols, quando não tem capacidade para isso, porque a equipe também não produz para isso. Eu não estou a dizer com isso que o Ivanović é bom ou mau jogador. Ainda não vi. No clube onde ele estava antes de ir para o Benfica, foi realmente um bom marcador. E agora no Lens vamos ver como é que ele vai jogar.

Tem a Liga dos Campeões.

Tem a Liga dos Campeões, mas acima de tudo, ele vai à procura não só da Liga dos Campeões, mas vai à procura também de dizer que o Benfica fez mal em deixá-lo sair, porque o seu sistema de jogo não o favorecia. Já não é a primeira vez. Já foi a mesma coisa com Arthur Cabral, já foi a mesma coisa com Marcos Leonardo. O Benfica joga só com ponta de lança e há jogadores que gostam de jogar com mais um ao lado.

E pode também correr o mesmo cenário, por exemplo, lá de Jhon Durán, que vem por empréstimo do Al Nassr.

Exatamente. É isso que vai acontecer. E o Jhon Durán é excelente jogador. Só que o Benfica joga com um ponta de lança, um deles vai ficar para o banco. Quem vai para o banco? O Pavlídis está a marcar gols, é ele que vai ser titular. O Jhon Durán vai para o banco. Só que o Jhon Durán é a mesma coisa. Está habituado a jogar com um ao lado e pode jogar, no caso de substituir o Pavlídis, jogar sozinho. Mas este é sistematicamente os erros que o Benfica tem cometido nessas aquisições e faz com que os jogadores que passem por Benfica nessas posições parecem jogadores vulgares, quando não são.

E passamos do avançado do Benfica para a frente de ataque leonina. Luiz Suárez está novamente envolvido em polêmica. No início deste mercado de transferências, houve esse rumor ou esse acordo com o candidato presencial do Fenerbahçe. Agora a imprensa desportiva noticia alguns desentendimentos com alguns colegas de equipe. Gabriel Alves, neste momento ainda é sustentável para Rui Borges ter um avançado que, ao que tudo indica, não quer ficar em Alvalade?

Boa tarde. O pior que pode acontecer é teres um avançado que não quer ficar. Olhem o Gattuso, dizia na imprensa hoje, a propósito da ida do jogador mexicano para a Lázio. Não quer ficar também não quer cá. Pronto. E Gattuso é frontal, é pão para os casais, porque é assim. E aliás, isso já vem há muito, o próprio Pep Guardiola diz, talvez de uma forma mais suave que o Gattuso: "O jogador não quer, muito bem, faz favor, tem novos desafios, fala com a estrutura, arranja forma de sair, vai à procura desses desafios. O lugar dele será por alguém que também quer desafios no clube que eu treino". Na circunstância, o último era o Manchester City. E sempre foi esta, não podes ter ninguém contrariado a trabalhar, portanto há que cumprir contratos, cumprir aquilo que está aferido, mas obviamente que há que ter uma boa conversa, porque isto não são só rótulos. Andamos a caminho deles, mas ainda não somos só. E obviamente que a gestão passa por diálogo e, obviamente, se for caso de disciplinar, disciplina ou para um lado ou para o outro.

E pode até provocar mau ambiente no cotidiano da equipe. Por exemplo, vimos o Luiz Suárez entrar um pouco intempestivo no jogo na Amadora. Vimos, inclusive, o árbitro da partida avisar o capitão da equipe do Sporting, Gonçalo Inácio, para dar esse conselho ao avançado colombiano para ter mais calma. Pode provocar, neste caso, mesmo que esteja no banco, como ao que tudo indica vai acontecer frente ao Vitória, pode provocar algum desconforto em todo o plantel?

Claro que provoca, o plantel sabe que ele está ali e está contrariado e, portanto, sabe que pode contar com ele Não sabe. Ou melhor, sabe. É nada. Tu tens aqui hoje no teu painel um treinador chamado Augusto Inácio, que sabe perfeitamente como isso tem que ser gerido e tens um jovem treinador, que é o João Castro, ainda por cima está aqui como sportinguista, que também sabe como isso deve ser gerido, porque obviamente, ter jogadores que não estão com a equipa, ou melhor, não estão com o clube, não estão com a equipa.

Então passo mesmo a palavra ao nosso jovem treinador João Castro. Muito bom dia. João, pergunto-lhe a mesma coisa, se é neste momento um cenário pouco ideal para Rui Borges continuar com Luís Soares no plantel, mas também o treinador do Sporting viu ontem chegar um avançado extremo que já era muito desejado, Nestory Irankunda. Quem é este extremo esquerdo australiano e o que pode trazer de diferente às opções da frente de ataque leonina?

Bom dia a todos. Eu vou começar por Irankunda. É realmente um extremo com muita potência física, muita velocidade, muita explosão, muito forte na progressão com bola, remate muito potente, fora da área, até de livre. Pode jogar nas duas alas e é um jogador que tem um bom drible também. Eu acho que é um jogador que precisa mais de espaço. Para os adeptos tentarem perceber, eu acho que é um Alisson, um upgrade, um Alisson 2.0 ou 3.0, o que quiserem chamar. Vamos ver como é que ele se adapta, porque o Sporting muitas vezes não tem esse espaço. E como nós vimos, o Alisson rendia mais em jogos onde havia muito espaço, ou seja, por exemplo, jogos da Champions, que o Sporting tinha obviamente mais espaço e não contra blocos mais baixos. Portanto, vamos ver como é que este jovem se adapta e se adapta depois a jogar com menos espaço.

Bate de frente, por exemplo, do Jess Derry, na ala esquerda.

São jogadores diferentes. O jogo pode pedir uma coisa mais de posse e também forte no um contra um, o Derry é, mas mais de posse e outro a atacar mais o espaço, e aí já o australiano é bastante superior. Em relação ao Luís Soares, há aqui uma questão que há pouco frisaste, que é ir para o banco contra o Guimarães ou contra o Vitória? Eu acho que nem para o banco deve ir, porque se houve algumas situações, se tu estás a gerir um plantel, se é um jogador que não quer ficar, se é um jogador que pode estar a levantar problemas, e estamos a partir aqui no campo de posições, porque eu não sei o que se passa lá dentro, mas passando-se essas situações, nem ao banco deve ir. Isto por quê? Porque caso contrário, passa o problema a ser de gestão do treinador. Porque se tu levas um jogador que, vamos imaginar, treina mal, entre aspas, não tem vontade e tu levas para o banco e deixas alguém de fora, o balneário percebe que estás a dar uma preferência a esse jogador.

Então, faço a pergunta de outra maneira. Para o Sporting, para a SAD leonina, qual é a facilidade de colocar este ativo no mercado, sabendo as equipas teoricamente compradoras, que é um ativo que a médio e longo prazo pode ser um ativo tóxico?

Acho que o Sporting pode virar um bocadinho o bico ao prego, que é falar com o Soares e dizer: "Ok, já percebemos que não queres ficar. Tens perspectiva, se calhar, de ir para outros campeonatos. Tiveste promessas da Turquia." Aqui a questão é: isto falar com o jogador e com o empresário, "traz-nos uma proposta de X e nós largamos. E vais." Temos que também pôr um bocado a pressão do lado do jogador, que é para o jogador perceber. Caso não tragas a proposta, tens que ficar. E se não jogares, tu é que te desvalorizas, tu é que depois deixas de ter cotação. Tem que ser ao contrário, tem que ser dito ao jogador: "Ok, então traz a proposta, porque isto não é que querer sair. Tens que ter algo para o clube te deixar sair, não vais sair a zero." E acho que aí a conversa é ao contrário. Tens que passar o ônus da saída para o jogador. Muito bem, queres sair, traz a proposta de X milhões e nós deixamos-te ir. E com time e com data. O Sporting não pode deixar isto arrastar-se até o final da janela de transferências.

E a janela de transferências caminha a passos largos para o final. Pedro Henriques, faço-te...

João, só para dizer, Julian Álvarez, que já está treinando o Atlético de Madrid desde ontem, também disse que tinha um sonho de sair do Atlético de Madrid. E sabe-se que o Barcelona andou atrás. Olha onde é que ele está a treinar, com Simeone. E a treinar de forma apertada e concorrente. Ai, ai. Mas é Simeone, é Atlético de Madrid, obviamente.

Certamente é um ambiente que deve ter acalmado depois daquela declaração do Julian Álvarez durante o Campeonato do Mundo, dizer que tinha esse sonho de ir para outras paradas. Pedro Henriques, faço-te a mesma questão acerca do Luís Soares. Como é que se gere, neste caso, não só o balneário, mas acima de tudo o ambiente de jogo, porque pego novamente nesse episódio na Amadora em que Luís Soares estava a responder muito ao árbitro da partida. E já agora também falando um pouco do foco do Porto, Rodrigo Mora parece estar mesmo de saída dos Dragões. Neste caso, os Dragões podem se dar ao luxo de perder aquele que é para muitos considerado como um abre-latas da equipa da Cidade Invicta?

Muito bom dia. Em primeiro lugar, o meu protesto é em relação a ti, porque chamaste jovem ao João Castro e a mim, ao Gabriel Alves, nem uma palavra de simpatia, que somos jovens, estamos bem conservados.

Jovem árbitro, jovem antigo árbitro.

Pronto, OK. Assim já fico mais feliz. À parte a brincadeira. O que o Luís Suárez ganhou no Sporting? Relembrando lá, foi o melhor marcador e títulos. Estamos a falar de um jogador que quer sair da Liga dos Campeões, que não ganhou absolutamente nada pelo Sporting e já está em bicos dos pés. Mas aqui o seu treinador do Sporting, em vez de ter dito aquilo que disse, que o Nel era o terceiro, devia ter dito é que joga quem está em forma. E se dissesse quem joga é quem está em forma e quem melhor treinar e melhor render, e não dizer que o Nel era o terceiro, isso é que coloca o Suárez e os Suárez da vida em bicos dos pés, porque quando as pessoas percebem que têm um contrato e quando assinam um contrato que diz que a rescisão é de 70 ou de 60 ou de 80 e é com isso que têm que sair. O problema é que os jogadores assinam de cruz, aliás, nem são eles, vai lá o empresário, e depois assim que algum empresário lança num jornal qualquer que já está o Manchester United ou o City atrás do jogador, o jogador fica logo doido e fica em bicos dos pés. Este é que é o grande problema quando se acena com muitos milhões. E os jogadores têm que perceber quando assinam, o que estão a assinar, com quem estão a assinar e que os contratos são para cumprir. E depois os treinadores têm que perceber também, porque senão andamos em zona do Roberto Martínez, que independentemente de estar em forma ou não jogas. E quando aqueles que estão em forma não jogam. E depois vê-se os resultados desportivos que isso tem. E portanto, estou com o João Castro, quem tem que ser chamado à atenção, quem tem que treinar, quem tem que estar bem e quem tem que ter juízo na cabeça e dizer à esposa para não escrever coisas nas redes sociais, é exatamente o Sporting, a estrutura, o seu treinador e o jogador é um ativo. Se não joga, desvaloriza, ele não tem Campeonato do Mundo, nem outras paragens para ir. É tão simples quanto isso. E quando os jogadores perceberem que são funcionários dos clubes e que não são as superestrelas que vão na rua e toda a gente os bajula, talvez eles percebam com mais humildade que podem ganhar dinheiro, ter uma carreira desportiva, mas ao mesmo tempo serem humildes. É tão simples. Eu nestas coisas é modelo tipo tropa. Ou percebem isso, ou percebem o que é o RDM, ou então não percebem. O RDM é o regulamento disciplinar militar. Perceberem isso, está tudo certo. E portanto a malta alinha toda pelo mesmo diapasão. Relativamente ao Rodrigo Mora. Muito rápido. Se ele não tem espaço no futebol clube do Porto, porque parece que não tem ou porque não é das apostas iniciais, eu acho que o Rodrigo Mora também, de alguma maneira, está a perder a oportunidade de se expor. E o Porto, se calhar, tem aqui a possibilidade de fazer um bom negócio financeiro. Desde que as partes se entendam e seja bom para todos, eu acho que é preferível, porque um talento como o Rodrigo Mora, para mim, é para jogar. Não jogando, porque as opções, e o Porto mostrou que tinha outras opções e opções que fizeram do Porto campeão. Então se calhar o melhor é dar a oportunidade ao Rodrigo Mora ir para outras paragens com um bom negócio para o Futebol Clube do Porto e para que o jovem possa estar a jogar com assiduidade, porque tenho a certeza que quando ele jogar com assiduidade, será também uma opção para a Seleção Nacional.

Temos tempo, neste caso, o nosso tempo aqui do "Campeão" é escasso. Peço apenas duas coisas, um prognóstico para Supertaça Europeia desta noite em Salzburgo, oito da noite, o Paris Saint-Germain defronta o Aston Villa. Gabriel, notas de campeão e já agora, uma antevisão a um jogo que opõe, frente a frente, dois técnicos espanhóis. Gabriel. Vamos, neste caso, ao Augusto Inácio. Augusto, notas de campeão e já agora, uma antevisão a este jogo que dá quase como o pontapé de saída da temporada europeia.

Pois, é um jogo sempre imprevisível. Estamos no início de época, não se sabe o bom momento de forma das duas equipas. Só sabemos das equipas pelo que ganharam o ano passado. A priori, o PSG parece que é o favorito, mas o Aston Villa com o Unai Emery também está habituado a ganhar competições, principalmente Ligas Europas e Taças UEFA nos outros tempos. Eu diria que vai ser um jogo pedido, agora dizer quem vai ganhar vai ser complicado. Que ganhe o melhor e que seja um grande espetáculo. Em relação às notas, deixa-me dar a nota 17 para o Paulo Fonseca, que virou o resultado que tinha feito em Praga contra o Sparta, que tinha perdido 1x2 e ganhou agora 3x0 e passou à fase seguinte. Acho que isso é fantástico. Mas também queria dar a nota zero para dois jogadores do Milan, o Maindan e o Rabiot, que em vez de irem começar a tratar daquilo que é a sua competição e de ganhar condição física e de aparecer aos trabalhos, não. O que é que eles pediram? Pediram mais dias de férias. É isto, Ruben Amorim, que vais ter no teu plantel, é esta a mentalidade e o compromisso que os jogadores têm com o clube.

Vão ter que certamente ter, ou neste caso, Ruben Amorim, ter mais rédea curta para estes dois atletas. João Castro, uma antevisão a esta partida que coloca então Luís Henrique contra Unai Emery. Como sabemos, no Paris Saint-Germain, muitos portugueses à mistura, e também a tua nota de campeão.

A nota 18 para a Supertaça Europeia, dois grandes treinadores do futebol mundial, dois grandes treinadores espanhóis. Eu acho que vai ser um excelente jogo, não só pela qualidade dos jogadores, mas dos treinadores, por questões táticas, portanto, é um jogo a rever. E dar aqui uma nota, já agora para o Benfica, porque o Sabat ganhou o AGF da Dinamarca e, portanto, será o AGF de Arnaus o próximo adversário do Benfica, porque o Benfica irá passar, obviamente, o Hearts. E portanto, essa nota fica para esse próximo adversário do Benfica. O melhor jogador deles é o Kristian Arnastad, o avançado.

Pedro Henriques, vamos a notas de campeão e também, já agora, um desafio: quanto é que vai ficar esta Supertaça Europeia?

Final da Supertaça Paris Saint-Germain 2, Aston Villa 1, podem apostar à vontade. E relativamente à minha nota de campeão, tem a ver com a Supertaça, mas sob o ponto de vista da arbitragem. O tal árbitro somali, o Omar Al-Sakkaf, que foi expulso pelo Trump. Não expulso, foi muito expulso, escarraçado, impedido é uma forma simpática, a gente não pode ser simpático para o senhor Trump. Mas sim, foi como nós sabemos a história do que aconteceu, um jovem de 34 anos que fica privado daquilo que é o maior sonho de qualquer árbitro, que é estar presente no mundial, e que a UEFA, em contramão da FIFA, como nós sabemos, tomou logo a decisão e a atitude de ir buscar alguém que nunca poderia arbitrar um jogo destes, no sentido que seria sempre um árbitro europeu, e dar exatamente esse privilégio, essa honra, mas ao mesmo tempo o reconhecimento da sua competência. Para o Omar Al-Sakkaf, independentemente da arbitragem, nota 20 pelo fato da UEFA o ter nomeado e ele estar presente nesta Supertaça.

Que tem sido distinguido como um dos melhores árbitros do continente africano, vai marcar presença em Salzburg, na Áustria, neste desafio entre o Paris Saint-Germain e Aston Villa. Gabriel, também uma antevisão a esta partida e nota de campeão.

Na minha opinião, as duas equipas vão em busca da glória, naturalmente, treinadas pelos dois treinadores espanhóis, e obviamente a perspectiva de um bom jogo, até porque é jogo oficial para eles. Jogo oficial, quer para o Aston Villa, quer para o Paris Saint-Germain, que vêm de uma pré-época, que é pré-época e jogos particulares. Reparem o Aston Villa, em cinco jogos só ganhou dois e a equipa do PSG perdeu com o Mallorca por 3 x 0 e empatou com o Manchester United a um gol. Isto é um jogo hoje a sério, com algumas baixas, quer de um lado, quer do outro, lesões e jogadores que não estão aptos ainda e com aquisições de vulto, quer também de uma parte, quer de outra, também com iguais despensas. Um jogo em grande perspectiva e a minha nota, tal como o Pedro Henriques, vai para o árbitro somali. Vai para o árbitro somali porque de facto é muito bem visto pela UEFA, é um prémio para quem foi desprezado e maltratado nos Estados Unidos no mundial. Só uma nota ainda mais. Falava-se aqui de manhã e de Rabiot. Ruben Amorim, não falaste com o Conceição, não falaste com o Paulo Fonseca, não telefonaste ao Allegri? É tudo.

Obrigado aos quatro em mais uma edição de "E o Campeão É..." com essa antevisão à final desta Supertaça Europeia, certamente terá esse rescaldo no episódio de amanhã, que vai para o ar às 13h10.