Jogatina de FDS #76: o que estamos jogando

Sem saber o que jogar no fim de semana? Então vem com a gente! Toda sexta-feira, a equipe do Nintendo Blast compartilha os games que está jogando, além de algumas curiosidades sobre nossos gostos gamers. Depois de uma semana corrida, nada melhor do que relaxar e aproveitar aquele título que está na fila, não é?

Não importa a plataforma ou o gênero, a única regra aqui é se divertir! E, claro, você também pode entrar na conversa e dar seus pitacos. Afinal, jogatina boa é aquela que a gente compartilha!

Leandro Alves

Entre batalhas, conversas e muita exploração, Fortune’s Weave tomou conta das minhas últimas semanas — e ainda tem muita coisa para descobrir.

Obviamente, essas últimas semanas foram focadas quase exclusivamente em Fire Emblem: Fortune’s Weave. Dagda tem muitas coisas para fazer, muitas pessoas para conversar e criar laços, batalhas estratégicas para enfrentar e lugares para explorar. As novas mecânicas são muito bem-vindas, assim como as novidades estruturais que trouxeram um verdadeiro renovo à experiência. Falando em renovo, os temas de Three Houses aparecem rearranjados, enquanto as novas trilhas já ganharam nosso coração.

Fortune’s Weave é um jogo massivo, como disse na análise, mas no bom sentido. Até o momento, é o meu jogo do ano e também o melhor game da franquia para mim. Ainda preciso refazer alguns capítulos para conferir eventos que perdi por escolher fazer outras coisas. Eu gosto de aproveitar tudo que o jogo pode me oferecer, conversar sobre ele e me aprofundar em sua lore que, assim como em Three Houses, é rica e detalhada.

E você, já está jogando Fortune’s Weave? Conta para nós!


Lucas Henrique

Viajando por Liberl em Trails in the Sky.

O jogo mais bem avaliado de 2026 até o momento acabou de ser lançado e eu já estava apaixonado por ele desde a demo, que já dava para jogar várias horas da campanha. Meu fim de semana ainda vai ser focado em Trails in the Sky 2nd Chapter. Depois do cliffhanger inacreditável que o primeiro jogo deixa, não tem como não ficar empolgado pela segunda parte, que está sendo uma experiência muito boa.

Setembro e outubro estão de parabéns com a quantidade de lançamentos que estão chamando a atenção. Nem vai dar tempo direito de acompanhar tudo o que está saindo. O backlog só aumenta…

Alberto Canen

O retorno de Return of the Obra Dinn.

Estou revisitando este jogo esta semana porque é um dos jogos sobre os quais pretendo falar no nosso próximo podcast. Obra Dinn é um navio mercante que estava desaparecido há anos, com 60 pessoas a bordo, e reaparece misteriosamente no porto — sem sobreviventes.

O objetivo é investigar o que ocorreu. Para isso, recebemos um dispositivo capaz de mostrar os últimos momentos de uma pessoa. Então, devemos investigar cada cadáver e descobrir: quem era aquela pessoa, como ela morreu, quem ou o que a matou (se for o caso) e como todos os acontecimentos estão relacionados. Para nos ajudar, temos o diário do capitão, no qual devemos anotar todas as pistas.

A história é boa, inusitada, mas, além disso, o ato de descobrir a história é o próprio gameplay. Uma experiência única que só um videogame poderia oferecer.

Renzo Raizer

A primeira vez que jogo um jogo de Metroid em 2D.

Essa semana aproveitei para jogar Metroid Dread. Antes dele, minha única experiência com a franquia tinha sido com Metroid Prime Remastered — que, aliás, nem cheguei a terminar. O jogo não é ruim, mas não me cativou a ponto de querer ir até o fim.

Com Metroid Dread, no entanto, foi completamente diferente. Desde o início, o título me passou uma sensação incrível de descoberta. A trilha sonora trazia um suspense constante, e a exploração pelo mapa fazia com que eu quisesse jogar cada vez mais.

Os inimigos espalhados pelo cenário e, especialmente, os robôs chamados E.M.M.I. garantiam momentos marcantes: sempre que eu encontrava um deles, a tensão subia na hora para tentar não ser pego. Para coroar tudo, a batalha contra o chefe final foi uma das mais sensacionais que já vi em um videogame!

Metroid era uma franquia que nunca esteve no meu radar de prioridades, mas, depois dessa experiência, meu conceito mudou totalmente. Já estou ansioso para o próximo capítulo e com toda a certeza vou guardar um tempo para jogar os títulos antigos.

Caso você nunca tenha jogado um jogo da série, Metroid Dread é uma belíssima porta de entrada. Ele faz total jus à fama de pilar do gênero metroidvania — aliás, foi com este jogo que entendi por que a franquia é a grande referência da indústria e por que o gênero carrega o seu nome. Simplesmente um jogaço! Absolute Videogame!

E você, querido leitor, o que pretende jogar no FDS?

Revisão: Ariel Rodrigues

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Leandro Alves
Leandro Alves é designer gráfico formado e especialista em Design Estratégico pela Unicarioca, além de UX Designer com formação pela ESPM e pela escola britânica Design Institute. Diretor Geral, Diretor Editorial e Diretor de Arte das revistas GameBlast e Nintendo Blast, iniciou sua paixão por videogames com The Legend of Zelda: A Link to the Past. Fã da Nintendo, mas sem esconder sua admiração pelo PlayStation, tem como séries favoritas Kingdom Hearts, Pokémon, Fire Emblem, Splatoon, The Last of Us, Uncharted e Xenoblade Chronicles. Está no Instagram e Twitter.

Este texto não representa a opinião do Nintendo Blast. Somos uma comunidade de gamers aberta às visões e experiências de cada autor. Você pode compartilhar este conteúdo creditando o autor e veículo original (BY-SA 4.0).