A presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, apresentou hoje condolências às vítimas do atropelamento em massa, que atingiu várias pessoas que participavam no sábado num evento LGBTQ+ em Berlim, Alemanha.
© Pier Marco Tacca/Getty Images

"Hoje, os nossos pensamentos estão com as vítimas do ataque em Berlim, os seus familiares e todas as pessoas que participam no Christopher Street Day [uma das maiores celebrações LGBTQ+ da Europa])", afirmou Metsola numa mensagem publicada nas redes sociais.
A presidente do Parlamento Europeu sublinhou que "o ódio e a violência não têm lugar na Europa de liberdade e respeito (...) Continuaremos unidos contra aqueles que querem semear o medo e a divisão", afirmou.
Hoje, a polícia alemã lançou um mandado de captura contra um homem de 21 anos suspeito de ter conduzido a carrinha contra pessoas que participavam numa manifestação e que provocou um morto e 16 feridos.
Heute sind unsere Gedanken bei den Opfern des Angriffs in Berlin, ihren Angehörigen und allen, die am Christopher Street Day teilnehmen.
Hass und Gewalt haben keinen Platz in unserem Europa der Freiheit und des Respekts. Wir werden auch weiterhin geschlossen gegen diejenigen…
— Roberta Metsola (@EP_President) July 26, 2026
O aviso, publicado na internet pela polícia, pede ajuda para localizar um jovem de 21 anos identificado como Abdul B., suspeito de ter atropelado várias pessoas com um veículo em movimento.
Segundo as autoridades, uma ou mais pessoas terão abandonado a viatura após o embate, com transeuntes a relatarem ter sido esfaqueados após o incidente com o veículo.
No sábado, a polícia indicou que o suspeito tem ligações a grupos islâmicos na capital alemã.
O chanceler alemão, Friedrich Merz, classificou o ataque como "abominável". "O ataque será esclarecido e punido com toda a severidade", acrescentou.

Polícia revela identidade de suspeito de ataque em Berlim: "Perigoso"
A polícia alemã identificou o suspeito do ataque durante a Marcha do Orgulho LGBTQ+ em Berlim. Abdul B., de 21 anos, está em fuga e é apontado pelas autoridades como membro de "círculos" islâmicos. Pelo menos uma pessoa morreu e 16 ficaram feridas.
Márcia Guímaro Rodrigues | 07:05 - 26/07/2026
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