Preventiva para Guarda que atropelou cunhada e agrediu menina em Santarém

O militar da Guarda Nacional Republicana (GNR) que atropelou a cunhada e agrediu com violência uma menina de 12 anos, deixando-a em estado grave, em Almeirim, distrito de Santarém, ficou em prisão preventiva.

De acordo com o jornal local Rede Regional, o homem, que tem cerca de 50 anos, vai aguardar julgamento em prisão preventiva, por decisão do Tribunal Judicial de Santarém, onde foi ouvido em primeiro interrogatório após ter sido presente pela Polícia Judiciária (PJ).

O arguido está acusado pelo Ministério Público (MP) por homicídio qualificado na forma tentada e ofensa à integridade física grave, entre outros crimes.

O mesmo jornal adianta que as desavenças entre o militar, que reside em Almeirim, e a restante família, que reside em Alpiarça, estão relacionadas "com cuidados de saúde prestados ao irmão e marido da mulher que atropelou". Este é também militar da GNR e encontra-se de baixa por incapacidade há cerca de dois anos, depois de uma tentativa de suicídio.

Recorde-se que o GNR que agora ficou em prisão preventiva estava colocado no Comando Geral da Guarda, em Lisboa. O homem tentou atropelar a cunhada quando esta saía de uma casa onde faz limpezas, em Alpiarça.

Posteriormente, agrediu com violência uma neta da mulher, de 12 anos, que foi hospitalizada com ferimentos muito graves e prognóstico reservado.

Tudo aconteceu no passado dia 14 de julho. Não se sabe, entretanto, as vítimas já tiveram alta do hospital.

O homem foi, inicialmente, detido pela própria GNR, depois de se entregar no posto mais próximo. Contudo, o caso transitou para a alçada da Polícia Judiciária (PJ) devido ao tipo de crime e é por esta autoridade que se encontra agora  a ser investigado.

Militar da GNR detido após atropelar cunhada e agredir menina em Santarém

Militar da GNR detido após atropelar cunhada e agredir menina em Santarém

Um militar da GNR foi detido em Santarém após atropelar intencionalmente a cunhada, em Almeirim, e ter agredido com violência uma menina de 12 anos, que será neta da primeira vítima.

Natacha Nunes Costa | 10:17 - 15/07/2026