Apuração
Zema diz que quem acredita no PT deve se mudar para Venezuela ou Cuba
Candidato do Novo à Presidência afirmou ainda que há quem receba Bolsa Família e fique "jogando videogame o dia todo". Zema aparece com 2% na última pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (17).
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O candidato Romeu Zema (Novo) afirmou nesta sexta-feira (18) que eleitores do PT deveriam sair do Brasil. Ele também criticou o reajuste do Bolsa Família.
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Zema chamou o reajuste de "oportunismo" e quer rever o programa. Ele prometeu R$ 5 mil para quem conseguir emprego com carteira assinada e deixar o benefício.
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Segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (17), Zema tem 2% das intenções de voto. Lula tem 39% e Flávio Bolsonaro, 36%, em empate técnico.
Romeu Zema, candidato do Novo à Presidência da República — Foto: Reprodução
O candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema, afirmou nesta sexta-feira (18) que as pessoas que acreditam no PT deveriam sair do Brasil. Em entrevista à Rádio Itatiaia, o ex-governador de Minas Gerais foi questionado se, no segundo turno, apoiaria o presidenciável do PL, Flávio Bolsonaro.
"Eu estarei com quem estiver contra o PT, porque o PT para mim significa atraso, corrupção, gestão ruim, populista, que é o que já deu errado no Brasil e no mundo todo, e continua se insistindo. E o pior: tem gente que acredita ainda! Deveria mudar para Venezuela, para Cuba, que é inspiração do PT", disse Zema.

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"[O governo Lula] está aí, mais uma vez, em véspera de eleição, querendo fazer canetada, falando que está do lado do povo. Nós sabemos que é um país que tem criado só pobreza, relação de dependência e não autonomia e vida melhor para as pessoas, que é aquilo que eu quero", disse o candidato.
Zema disse que o anúncio do reajuste foi "oportunismo, uma canetada de Lula querendo ganhar voto".
O candidato do Novo afirmou que, se eleito presidente, vai rever o Bolsa Família. "Quero colocar mais portas de saída do que de entrada", disse. A proposta dele é que pessoas que não tenham que cuidar de crianças, idosos ou pessoas com deficiência sejam obrigadas a estudar para ter direito ao benefício. Quem conseguir um emprego com carteira assinada receberá R$ 5 mil para deixar o programa, prometeu Zema.
"Ninguém vai ficar recebendo o seu dinheiro, o meu e de quem está nos escutando sem ter uma contrapartida. Hoje nós temos gente que recebe e fica jogando videogame o dia todo."
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