APA garante viabilidade ambiental do projeto do elétrico 16E entre o Terreiro do Paço e o Parque das Nações

Sociedade

Promotores sublinham que concretização do projeto é a oportunidade para requalificar a zona Oriental de Lisboa. Moradores mostram-se apreensivos.

15 de setembro de 2026 às 00:32

O projeto do elétrico 16E, entre o Terreiro do Paço e o Parque das Nações, em Lisboa, é "ambientalmente viável" desde que sejam minimizados, compensados e monitorizados os impactos negativos, foi esta segunda-feira assegurado pela Agência Portuguesa do Ambiente.

STF prepara estrutura externa para jornalistas em julgamento de Moraes

Manoela Alcântara

Corte reservou espaço para 100 jornalistas no entorno do prédio principal; imprensa não poderá acompanhar a sessão de dentro do plenário

14/09/2026 20:32

, atualizado 14/09/2026 20:35

Lara Abreu/ Arte Metrópoles
STF prepara estrutura externa para jornalistas em julgamento de Moraes

O Supremo Tribunal Federal (STF) preparou uma estrutura especial para receber jornalistas durante a sessão desta terça-feira (15/9), que deve tratar da investigação envolvendo o ministro Alexandre de Moraes.

"A bomba de gasolina está no centro da vida política do País"

Opinião Bilhete Postal

Todos os anos há um passatempo, lá para dezembro, através do qual a sociedade põe a nu as suas maiores preocupações. A escolha da palavra do ano. Em 2026, há um nome composto que sintetiza tudo o que nos apoquenta. Bomba de gasolina. Para mim, já não há dúvidas, são as palavras do ano. Subitamente, transformou-se no centro da nossa vida coletiva, no foco principal dos argumentos políticos, no motivo de todas as polémicas.

"Festa das suíças"

Opinião Colunistas Tânia Laranjo

No Brasil apareceu agora mais um episódio no caso Daniel Vorcaro. A Polícia Federal encontrou mensagens sobre uma festa privada, em São Paulo, em 2023. Eram cerca de 120 mulheres e 20 homens, entre empresários e gente ligada à política. A revista ‘Piauí’ chamou-lhe a “festa das suíças”. E, segundo as mensagens, Fábio Faria, antigo ministro de Bolsonaro, ajudou na organização. Por cá também temos o nosso Elefante Branco. A diferença é que somos mais discretos. Não precisamos de 120 mulheres. Temos escutas. E poucas chegam a ser transcritas para os processos.

A mola pasmou

Opinião Colunistas Manuel Maria Rodrigues

Não tenho certezas sobre os motivos que conduziram os portugueses para uma aparente apatia face à realidade, mas que ela se faz sentir é bem evidente.

Blog

Opinião Colunistas Blog

De repente, a televisão, as instituições de ensino e os visionários do digital e da IA, encontraram uma solução para explicar os insucessos do PISA: a culpa é do digital e da IA, que durante anos constituíram a força motriz e a droga dura para o futuro da educação e do conhecimento das novas gerações, embora desde 2009 estivessem avisados dos perigos desse descalabro (agitado, como de costume, por “perigosos reacionários”). Não contentes com isso, porque os números do PISA são realmente assustadores, invocam também a pandemia — durante a qual fecharam as escolas e eram proibidas atividades letivas. Não lhes passa pela cabeça, claro, relembrar a política de “retenções”, os exames “que não contavam”, as “aprendizagens essenciais” que substituíram os currículos, ou os delírios ‘inclusivistas’, a desvalorização da leitura ou a indisciplina nas escolas (que deixava professores indefesos na mão dos burocratas), entre outros patifarias. As suas políticas e o seu lero-lero prejudicaram os alunos, as famílias e o país.

Contagem decrescente... para o fim

Opinião Colunistas Sónia Dias

Geoffrey Hinton, o ‘padrinho’ da Inteligência Artificial (IA) e vencedor do Nobel em 2024, tem vindo a fazer alertas alarmantes nos últimos anos, chegando a afirmar que há uma probabilidade de 10% a 20% de que a tecnologia acabe por extinguir a humanidade tal como a conhecemos até 2036. Fei-Fei Li, a ‘madrinha’ da IA, criticou o “catastrofismo” e o “alarmismo”, mas apenas conseguiu dizer que “ninguém sabe o que vai acontecer”, o que não deixa ninguém mais descansado. Entretanto, Sam Altman, CEO da OpenAI, que detém o famoso ChatGPT, disse à BBC: “Ninguém sabe como estimar isso. Uma probabilidade de 10% parece-me razoável”. Perante isto, decidi perguntar ao próprio ChatGPT e o cenário é este: extinção humana causada direta ou indiretamente por IA (probabilidade de 1 a 5% até 2036); catástrofe global muito grave, sem extinção (5 a 15%); perda parcial de controlo sobre sistemas avançados (10%); crise global provocada pela IA (25%); revolução radical, mas controlada (45%). Nada como uma resposta clara e dura para nos abrir os olhos e fazer temer o futuro... antes de perguntar o que fazer com as sobras de frango assado do almoço de domingo.