1. A expressão “todos, todos, todos” foi proferida pelo Papa Francisco durante a Jornada Mundial da Juventude para sublinhar a natureza universal e acolhedora da igreja, aberta a qualquer pessoa, sem exceção. Mas “todos, todos, todos”, por mais que, por vezes, nos possa dar jeito, não equivale a “tudo, tudo, tudo”. Ou seja, o acolhimento e a abertura que caracteriza a natureza da igreja não anula a doutrina moral, os mandamentos ou as exigências do Evangelho. “Todos, todos, todos”! O uso recorrente a este tipo de expressões incompletas, inacabadas… presta-se a várias confusões e ambiguidades. Obviamente que todos são chamados e acolhidos na igreja; ela é, por definição, universal; ela é católica; “católico”, quer precisamente dizer isso; é essa a sua missão. Mas depois, é preciso ir mais além, é preciso completar a frase. “Todos, todos, todos” são chamados e acolhidos à igreja, mas para a sua Conversão e Santificação.
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