Dia dos Pais: origem da data e sugestões de presentes até R$ 250 | G1

No Brasil, nem sempre foi no segundo domingo do mês. O primeiro “Dia do Papai” ou “Dia do Pai” foi celebrado em 1953.

Depois, por conta do sucesso da campanha original criada para movimentar o comércio, a data “pegou” e se espalhou para o resto do país. E virou "Dia dos Pais" - veja no final da reportagem uma lista com ideias de presentes até R$ 250.

Fifa revela plano de vender ações para criação de nova entidade comercial

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A Fifa anunciou nesta terça-feira um plano de criar uma empresa para gerenciar os direitos comerciais e operacionais das competições organizadas pela entidade. A entidade que comanda o futebol venderia participações minoritárias por meio do novo programa comercial, que pode ser avaliado em cerca de R$ 102,5 bilhões.

Terras indígenas em Roraima: 300 indígenas debatem proteção | G1

Mais de 300 indígenas se reunem durante três dias de formação e articulação para fortalecer a proteção das terras indígenas de Roraima. O II Encontro Integrado de Agentes indíegnas de Monitoramento, Vigilância Territorial e Ambiental ocorre até esta quarta-feira (30), no Centro Regional Lago Caracaranã, na Terra Indígena Raposa Serra do Sol, ao Norte de Roraima.

Seleção feminina desembarca após vice da VNL, e Zé projeta ter Gabi | Ge

Principal jogadora e capitã, a ponteira Gabi, que foi desfalque na Liga das Nações, tem tudo para estar de volta à equipe nacional para o Sul-Americano. A competição vale vaga ao campeão nas Olimpíadas de Los Angeles 2028 e acontecerá no Ginásio do Maracanãzinho, entre os dias 8 e 13 de setembro.

O ministro afortunado

Opinião Nota Editorial

Ao contrário de Luís Neves, o ministro da Educação é um afortunado. Tem uma vasta legião de amigos e admiradores na bolha mediática. Alguns têm feito o pino para exibir os argumentos com que defendem o ministro. Coitado, está a tentar fazer uma reforma de fundo, está a trabalhar para todos nós, mas nem sempre as coisas correm bem à primeira e, por isso, merece a nossa paciência. Em síntese, é isto o que têm dito. Como se o estrondoso falhanço na correção dos exames fosse um pormenor. Como se a miopia política não existisse, expressa no caricato episódio do relatório que não existiu sobre o projeto-piloto dos exames de Filosofia. Como se rebentar com a segurança, previsibilidade e confiança num passo essencial na vida de alunos e famílias fosse um pequeno nada. Como se dar cabo dos planos imediatos de férias e descanso fosse irrelevante. Como se não existisse uma insustentável opacidade na contratação da empresa responsável pelo que pomposamente chama digitalização, quando se trata de copiar papel para versão digital. Como se não existisse uma propensão do ministro para a arrogância e a desculpa esfarrapada, ou mesmo para o conspiracionismo mais primário, assente na insinuação sobre os professores que metem baixas. Pior pantomima do que esta só mesmo a do ‘assalto’ ao gabinete do Chega, que inaugurou ontem a época tonta com grande esplendor.

Ao serviço de quem?

Opinião Colunistas Correio de Segurança

Paulo Santos

Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

29 de julho de 2026 às 00:30

Tenho dito, de forma reiterada, que a estabilidade e a imagem da PSP estão a ser comprometidas pela forma abusiva como a instituição disponibiliza profissionais para serviços privados, recorrendo "erradamente" à disponibilidade permanente e ao serviço público, para obrigar à respetiva realização.

Blog

Opinião Colunistas Blog

Se o verão não tivesse começado há bastante tempo, teria recomeçado ontem como uma opereta quando foi anunciado que o gabinete do líder do Chega na Assembleia da República foi alvo “de um ato de vandalismo”. As imagens não enganam. Foi um furacão noturno que esperamos que seja esclarecido com celeridade. Em Portugal as coisas demoram. O caso Luís Neves demora a ser esclarecido; as notícias saem a conta-gotas, precisam de cozinhar o ministro de ambos os lados. O caso dos exames demora a ser esclarecido; demorará a concluir, e não haverá conclusões. As televisões precisam de expor os seus variados especialistas em atrelados, processo penal, fiscalidade, pedagogia e direção escolar, pelo menos até que ambos os assuntos sejam insuportáveis para qualquer telespectador. Por isso, auguro que este caso do assalto a um gabinete do parlamento é um bom interlúdio que há de demorar até ao fim da primeira semana de agosto. Tem todos os ingredientes para um folhetim de verão. Falta-lhe, claro, um cadáver. Não somos perfeitos.