As operações de interceção, realizadas pelos sistemas de defesa aérea e pelas aeronaves da força aérea, "não causaram vítimas nem danos materiais", afirmou o Exército jordano num comunicado.
As autoridades militares disseram que as equipas do Corpo de Engenharia foram enviadas para os locais onde os destroços caíram e realizaram as intervenções necessárias, mediante os procedimentos estabelecidos.
As Forças Armadas jordanas indicaram que continuam a monitorizar o espaço aéreo e "mantêm o mais alto nível de prontidão operacional para lidar com qualquer ameaça à segurança do país e dos cidadãos".
O Irão voltou a retaliar em todas as frentes, depois de mais uma noite de ataques aéreos dos Estados Unidos contra o seu território, reivindicando a responsabilidade pelos ataques a instalações utilizadas pelos militares norte-americanos no Bahrein, na Jordânia e no Kuwait.
O Exército do Bahrein afirmou, num comunicado, que frustrou "diversos ataques aéreos iranianos".
Um jornalista da agência de notícias France-Presse (AFP) no Bahrein reportou uma explosão e o acionamento de sirenes de alerta no emirado.
No Kuwait, o Irão afirmou ter destruído depósitos de equipamento militar dos EUA no Camp Udairi, bem como instalações militares na base norte-americana Camp Arifjan. A base aérea de Ali al-Salem também foi alvo de ataques, disse a Guarda Revolucionária iraniana.
Também foram ouvidas uma série de explosões perto de uma base militar que alberga forças norte-americanas em Erbil, no norte do Iraque.
Os confrontos entre Teerão e Washington recomeçaram em 07 de julho, concentrando-se no estreito de Ormuz, uma via navegável estratégica para o comércio global de petróleo.
Washington recusa permitir que Teerão mantenha o controlo que estabeleceu sobre esta rota marítima desde o início da guerra.
Entretanto, do outro lado da península Arábica, os Huthis do Iémen anunciaram um bloqueio no mar Vermelho e no golfo de Áden, visando navios pertencentes à Arábia Saudita, o maior exportador mundial de petróleo.
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