GNR detém dois homens e uma mulher em Serpa, Aljustrel e Almodôvar

Em comunicado, a GNR explicou que as detenções foram efetuadas durante as "últimas duas semanas", fruto de investigações distintas relacionadas com o crime de violência doméstica naqueles três concelhos do distrito de Beja.

Militares do Núcleo de Investigação e de Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE) de Beja "desenvolveram diversas diligências policiais que permitiram reunir elementos de prova e culminaram na detenção dos suspeitos".

No concelho de Serpa, segundo a guarda, foi dado cumprimento a um mandado de busca domiciliária e a um mandado de detenção fora de flagrante delito, visando um homem de 30 anos.

O detido está indiciado por crimes de violação e violência doméstica contra uma mulher de 26 anos, com a qual mantinha uma relação amorosa.

O homem, constituído arguido e presente a primeiro interrogatório judicial, ficou em prisão preventiva e está proibido de contactos com a vítima por qualquer meio ou por interposta pessoa.

Já no concelho de Aljustrel, continuou a GNR, "foi detido um homem de 50 anos suspeito de exercer, de forma reiterada, violência psicológica e agressões físicas sobre a vítima".

Contactada pela agência Lusa, fonte do Comando Territorial de Beja revelou que a mulher alegadamente alvo das agressões tem 45 anos e mantinha "uma relação análoga às dos cônjuges" com o arguido.

O homem foi presente a tribunal e saiu em liberdade, mas com diversas medidas de coação, como a proibição de contactos com a vítima por qualquer meio, físico, telefónico ou telemático e de permanecer e comparecer na casa da mulher.

Além disso, acrescentou a força de segurança, está proibido de se aproximar da vítima ou da sua residência num raio inferior a 500 metros.

Quanto à mulher, de 57 anos, também detida pelo NIAVE, é arguida por suspeitas de "exercer, de forma continuada, violência física e psicológica contra o seu companheiro", no concelho de Almodôvar.

A fonte da GNR contactada pela Lusa adiantou que o homem alegadamente agredido tem 53 anos e referiu que o casal "mantinha uma relação análoga à dos cônjuges".

A arguida foi presente a primeiro interrogatório judicial e saiu em liberdade, com proibição de contactos com a vítima por qualquer meio, físico, telefónico ou telemático.

Está igualmente proibida de permanecer e comparecer na residência da vítima e de se aproximar do homem ou da sua casa num raio inferior a 500 metros.

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