OpenAI lança programa para acesso de pesquisadores aos seus modelos mais fortes

Ícone branco do ChatGPT com um símbolo de nó trançado em preto, sobre um fundo escuro com linhas brancas diagonais
Programa dará acesso a 100 mil pesquisadores aos modelos mais fortes da empresa (Samuel Boivin/NurPhoto/Getty Images)

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Na última semana, a OpenAI, criadora do ChatGPT, anunciou a criação de um programa para que pesquisadores ao redor do mundo ganhassem acesso gratuito a seus modelos “de fronteira”, ou seja, seus agentes de inteligência artificial (IA) mais poderosos. O projeto dará acesso a 100 mil cientistas de instituições selecionadas em todo o mundo. Pesquisadores de nove instituições brasileiras poderão participar do programa.

Chamado ChatGPT for Academic Researchers (ou, em português, “ChatGPT para Pesquisadores Acadêmicos”), o programa, segundo a OpenAI, foi criado porque “os benefícios da IA de fronteira não devem ser concentrados em algumas poucas empresas e laboratórios com bons recursos”. A iniciativa ajudará pesquisadores em áreas como ciência, matemática e engenharia a “desenvolver problemas avançados, acelerar descobertas e melhorar a produtividade”.

O programa começará com 10 mil pesquisadores e crescerá para 100 mil em 2027. Os participantes selecionados terão acesso aos modelos de fronteira da startup, como o GPT-5. 6 Sol Pro, o mais forte da OpenAI até o momento. Além disso, os pesquisadores poderão convidar até quatro outros cientistas de sua instituição para utilizar as ferramentas.

Os espaços de trabalho dos pesquisadores incluem privacidade e segurança de ponta e, segundo a empresa, os dados não serão usados por padrão para treinar outros modelos de IA. Os cientistas também terão acesso ao ChatGPT Work, ao Codex e à família GPT 5. 6. Os modelos oferecerão a eles profundidade de pesquisa expandida e limites de uso maiores.

Para participar, é necessário que o pesquisador faça parte de uma das instituições acadêmicas selecionadas pela empresa. No Brasil, a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade de Campinas (Unicamp), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Universidade de Brasília (UnB), a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), o Instituto de Tecnologia Aeronáutica (ITA) e o Instituto Militar de Engenharia são as instituições disponíveis para que os pesquisadores se candidatem.

As inscrições já estão abertas. Para mais informações, visite o site.

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