A produção na construção caiu 0,7% na Zona Euro, mas subiu 0,2% na União Europeia (UE) em junho, em comparação com o mesmo mês no ano passado, enquanto Portugal registou um aumento de 1,2%, indica o Eurostat.
Escolha o ECO como fonte preferida no Google
EscolherA redução deste índice na Zona Euro deve-se em parte à diminuição significativa que se verificou na construção de edifícios (-6,5%), apesar de se registar um ligeiro aumento nas áreas da engenharia civil (+0,3%) e de atividades de construção especializadas (+0,2%).
Na União Europeia verificou-se igualmente uma redução na construção de edifícios (-4,9%), mas um maior aumento nas áreas da engenharia civil (+1,4%) e das atividades de construção especializadas (+0,5%).
Entre os Estados-membros que registaram os maiores aumentos anuais na produção estão a Eslovénia (22,9%), a Roménia (18,4%) e a Finlândia (12%). As maiores quedas verificaram-se em Espanha (-8,5%), na Hungria (-5%) e em França (-4,5%).
No que respeita à comparação com maio de 2026, a produção na construção desceu 1,3% na Zona Euro e 1% na UE.
Na variação em cadeia na Zona Euro assistiu-se a uma diminuição em todos os setores da construção, com quedas nas atividades de construção especializadas (-1,8%), na engenharia civil (-1,4%) e na construção de edifícios (-0,9%).
O mesmo se verificou na UE, com reduções nas atividades de construção especializadas (-1,7%), na engenharia civil e na construção de edifícios (ambos com -0,7%).
Os Estados-membros que registaram as maiores subidas mensais foram a Roménia (4,9%), a Suécia (2%) e os Países Baixos (1%), enquanto as maiores quedas se registaram na Eslováquia (-4,6%), na Hungria (-3,9%) e em França (-2,9%).
Em Portugal, registou-se um aumento de 0,4% na variação em cadeia.
Assine o ECO Premium
No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.
De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.
Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.