Na passada terça-feira, dia 22 de setembro, a Polícia de Segurança Pública do Seixal, distrito de Setúbal, apreendeu 824 botijas de óxido nitroso, conhecida como a "droga do riso". Já esta semana, também a Guarda Nacional Republicana apreendeu material idêntico, no Pinhal Novo.
Na operação da PSP, duas viaturas foram interpeladas depois de os agentes terem suspeitado que estas circulava com sinais de sobrecarga. Quando os agentes decidiram intercetar as mesmas, vários indivíduos já estariam a tentar descarregá-las.
A polícia viria a descobrir que no interior das duas viaturas estavam 405 caixas, contendo cada uma delas duas botijas de 3,3 litros, ou seja, 810 garrafas e 14 caixas contendo cada uma delas uma botija, 12 das quais de 3 litros e duas de 3,3 litros, perfazendo um total de 824 garrafas. O material foi todo apreendido bem como as duas viaturas.
GNR apreendeu mais duas dezenas de botijas
Já numa operação distinta, feita desta vez feita pela GNR também no distrito de Setúbal, foram apreendidas mais 23 botijas deste gás.
A apreensão ocorreu no âmbito de uma ação de fiscalização rodoviária, realizada na Estrada Nacional 379, na localidade de Pinhal Novo, durante a qual os militares da Guarda fiscalizaram uma viatura ligeira de passageiros.
No decorrer da fiscalização, os militares pediram ao condutor que apresentasse o colete refletor e o triângulo de pré-sinalização da viatura. Ao dirigir-se à bagageira, os militares viriam a encontrar aa 23 botijas de óxido nitroso, devidamente embaladas. O material foi apreendido.
Os factos foram registados e serão remetidos às entidades competentes, para os devidos efeitos, tendo em consideração o enquadramento legal aplicável.
A Guarda Nacional Republicana bem como a PSP relembram que o óxido nitroso, também conhecido como “gás hilariante” ou "droga do riso" é uma substância psicoativa cujo consumo em contexto recreativo pode provocar alterações sensoriais, distúrbios da coordenação motora e, a longo prazo, danos neurológicos e no sistema imunitário.
Leia Também: Violência nas escolas? Diretores pedem maior participação das familias