Rio Ave x Porto. "VAR anula bem o golo do Porto"

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Está dado o apito inicial de mais um Sem Falta, da Rádio Observador. Segunda jornada do campeonato, como sempre com o nosso audioárbitro Pedro Henriques. Acompanhamos aqui a arbitragem, hoje de Miguel Fonseca, no Rio Ave 0, Futebol Clube do Porto 2. À segunda jornada, o Porto volta a vencer e a não sofrer gols, mas aquilo que nos interessa neste jogo, sobretudo, é a ausência de amarelos, Pedro Henriques, não é muito normal no nosso campeonato.

Sim, boa noite. Vamos já falar sobre isso, até porque não significa que tenha estado bem ou não mostrar cartões amarelos.

Vamos começar ao minuto 11, foi o gol do Porto, canto batido por Gabri Veiga, cabeceamento de Evanilson para fazer um a zero. Tudo legal, Pedro?

Sim, aqui a questão que se poderia colocar, eventualmente, é que o Porto é muito forte nestes pontapés de canto, já no ano passado tinha sido, nas bolas paradas. Para explicar o seguinte: os jogadores quando se colocam muito próximo dos guarda-redes adversários, há uma coisa que não podem fazer, que é bloquear o movimento dos guarda-redes, nem obstruir. Inclusivamente na frente do guarda-redes, mas a partir do momento que a bola é inventada, que o pontapé de canto é batido, eu tenho que me movimentar, não posso ficar parado, fazendo um género de bloqueio para a movimentação do guarda-redes. Quer dizer que eu estou parado, calculo uma possível trajetória do guarda-redes e, portanto, no fundo, é o guarda-redes que vem contra mim. Isso não é legal. Eu, jogador, tenho que me movimentar. De qualquer maneira, neste caso em concreto, o gol é legal. Quem marca o gol é o Evanilson, que finaliza de cabeça. O jogador que poderia, eventualmente, estar a fazer a tal falta sobre o guardião, o Van der Gouw, era o Pablo Rosário, só que o Pablo Rosário, que está na frente do guarda-redes do Rio Ave, não o obstrui, não o bloqueia, não o empurra, não o carrega, não impede a sua movimentação. Inclusivamente, até se baixa, a bola passa-lhe por cima, para evitar uma possível falta que pudesse ser assinalada. E o guarda-redes é que faz toda aquela movimentação na tentativa de ir ao cruzamento, não consegue interceptar, mas não é carregado, empurrado, nem bloqueado, neste caso concreto, pelo Pablo Rosário. Portanto, boa decisão, gol bem validado.

Temos depois, ao minuto 34, Pedro Henriques, o gol anulado ao Futebol Clube do Porto, também na sequência de uma bola parada, numa segunda bola de ressaca. A bola é colocada na área num chuveirinho, acaba por sobrar para Kvracic, que faz o gol, mas depois esse gol foi anulado por ter sido detectado um fora de jogo, mas foi em sede de VAR.

Sim, e foi em sede de VAR e é um lance difícil. Muito bem aqui o vídeoárbitro, neste caso chefiado por uma vídeoárbitra, a Cláudia Ribeiro, que teve olho de linse, como se costuma dizer, porque há o momento do cruzamento do Frahol e é esse o primeiro momento que cruza a bola e que poderia ser levada à questão de que o Dennis Goulart está em fora de jogo de posição, mas a bola não vai para o Dennis Goulart e aí o fora de jogo era só posicional. Mas depois é o momento a seguir, e esse momento é muito bem tentado pelo vídeoárbitro, em que o Kvracic vai saltar com o Ureña. E quem toca na bola é o Kvracic. E o Kvracic ao tocar na bola, é esse momento que vai contar a partir daí para ver se há fora de jogo. E é nesse momento que conta para a análise do Dennis Goulart. Ou seja, o Dennis Goulart, depois do toque de cabeça do Kvracic, ou no momento do toque de cabeça do Kvracic, está em fora de jogo e faz aquele movimento típico, vamos dizer assim, da frente para trás. Sai da baliza no sentido contrário para a área. E é nesse momento que ele vai recuperar e depois tocar na bola e depois dar aqueles ressaltos e ir com o gol. Resumindo e concluindo, bem o vídeoárbitro de perceber que é o toque do Kvracic, ou após o toque do Kvracic, ou no momento do toque do Kvracic, que o Dennis Goulart está em fora de jogo, Dennis Goulart que vai tomar parte ativa na jogada e depois mostra, através das linhas e também daquilo que em Portugal são as linhas com medição, que o Dennis Goulart está adiantado no momento do toque do Kvracic, por 73 centímetros. Portanto, muito bem detectado, gol bem anulado e com as repetições não deixa margem para dúvidas.

Temos depois, Pedro Henrique, ao minuto 42, num jogo sem amarelos, na tua opinião, um amarelo que ficou por mostrar.

Sim.

Foi a Diogo Nascimento, da equipe do Rio Ave.

É uma situação que talvez por isso o árbitro também tenha sido induzido em erro, não sei. O Diogo Nascimento está nas costas do Dennis Goulart e faz falta, e o árbitro não marca a falta. Ou seja, o Diogo Nascimento empurra claramente o Dennis Goulart para frente e desequilibra. Esta devia ter sido tecnicamente uma infração que o árbitro teria apitado. Não apitou, não viu. E ato contínuo, Dennis Goulart, ao ser empurrado para frente, e aqui percebe-se que é de forma deliberada, porque também percebendo que estão a empurrar, é aquela coisa de fazer a rotação e deixar o braço direito todo para trás, acaba por, ao esticar o seu braço direito de forma deliberada, acertar com a ponta dos dedos, provavelmente até terá sido com as unhas, na boca do médio vilacondense, do Diogo Nascimento. Tanto que depois se percebe que o Diogo Nascimento vem e o árbitro obriga-o a sair do campo, porque aí cumpriu o protocolo, vê-se o Diogo Nascimento com a boca toda ensanguentada, vê-se mesmo um fio de sangue a sair pela boca até à zona do queixo, que terá sido por esse toque dado com a ponta dos dedos, muito provavelmente para fazer golpe, terá sido com a parte das unhas, que provocou exatamente esse sangramento. Não obstante, tecnicamente, ter que se marcar a falta do empurrão, disciplinarmente, a parte disciplinar com jogo interrompido ou com uma infração antes, não anula absolutamente nada. E aquele movimento do braço para trás é deliberado. Não se pode dizer a palavra intencional, porque não está nas leis de jogo a palavra intencional, mas para as pessoas perceberem, há uma intenção clara de "estás a me empurrar, eu vou deixar o bracinho para trás para te dar um cheirinho". Só que esse cheirinho teve uma consequência. E portanto, aqui ficou o livre direto para o Porto e o cartão amarelo para o Diogo Nascimento.

Temos depois ao minuto 45 mais um, creio que era sobre este lance que a nossa ouvinte perguntava, ao ter estilado o Pouso, um lance na área em que Tumble, da equipe do Rio Ave, poderia ter, de alguma forma, reclamado um pênalti. Creio que há ali um agarrão, um toque na área, num lance de transição.

Não há nada, não.

Mas não há falta, na tua opinião?

Não, não há falta e o jornalista faz o papel deles. Nós em Portugal, quando não temos, inventamos e tentamos arranjar qualquer coisinha para ver se a gente tem matéria para falar de arbitragem. Mas não tem mesmo, porque o lance é que o Tambwe Muntheiro com três jogadores do Floco do Porto embrulhados, ninguém o empurra, portanto há os jogadores do Porto está nos costas, não empurra, não carrega, não agarra, todos saltam na vertical, há choque, há contato e o Tambwe Muntheiro fica a queixar da cara, porque leva com a bola na cara. O fato de ele ter ficado a queixar da cara é porque levou com uma bolada na cara. Ele ao interceptar a bola de cabeça, leva com a bola na cara e depois cai no chão. Não há motivo para qualquer infração, não há motivo para qualquer pênalti, não há nenhum agarrão, não há nenhum empurrão, não há nenhuma carga, não há absolutamente nada. O que há é o jogador que tem o azar de, ao tentar cabecear com a cabeça, supostamente com a testa, levar com a bola na cara e daí ter ficado a queixar do rosto. Lance bem ajuizado pelo árbitro, confirmado pelo VAR, sem pênalti.

Temos depois, ao minuto 58, também na tua opinião, sem pênalti sobre William Gomes, do Floco do Porto, desta feita na área do Rio Ave. Estou certo, Pedro, é isto.

Certo. É um lance em que William Gomes fica caído no chão durante alguns segundos e depois demora-se a levantar, porque a bola vai continuar na posse de bola do Floco do Porto e ele talvez ficou ali ainda naquele vício que é ele se ficar aqui no chão, porque os jogadores têm sempre receio que o VAR não vai ver. Não, o VAR sempre que vê um jogador no chão, na área, vai sempre analisar. Claro que muitas vezes os jogadores ficam lá para reforçar a ideia de que pode haver aqui qualquer coisa. É um lance com o Tamas Nikić que chuta com o pé direito na bola, não rasteira nem pontapé o William Gomes. O William Gomes como está a pisar a bola, ou melhor, tem ali o pé a prensar a bola, acaba por esse pontapé que é dado também na bola por parte do jogador do Rio Ave, esse pontapé na bola e esse impacto, por perder o apoio. E o William Gomes acaba por cair porque estava a prensar e a pisar a bola e perde o apoio quando lhe chutam a bola. E é por isso que ele cai. Mas não é pontapeado nem rasteirado ao nível, nomeadamente, do pé. E portanto, legal, sem motivo para pontapé de pênalti.

Ao minuto 81 há também a ideia de algumas pessoas que poderia haver um pênalti por mão de Lombotó na equipa do Rio Ave, na área do Rio Ave a favor do Porto. Aqui também esteve bem o árbitro a não marcar nenhum.

E daí ter surgido um cartão amarelo para a banca. Quando a gente diz nove cartões amarelos.

É verdade, é que houve. Não houve para nenhum dos jogadores que estão em campo, é verdade.

E como eu vi, tentamos acompanhar alguns sites, não foi para o treinador do Floco do Porto, que há alguns sites dizem que foi para o treinador do Floco do Porto, foi para um dirigente. Isto para dizer que é a situação típica e fácil de explicar. O Lombotó, que está sozinho, vai interceptar a bola que vem em cruzamento e chuta com o pé esquerdo. Tem azar e ao chutar com o pé esquerdo, a bola sobe e vem à sua mão direita. E sempre que a bola toca em qualquer parte do corpo e vai à mão braço, ou neste caso, nem sequer foi ressalto por tocar, foi ele próprio que chutou contra a própria mão, obviamente, que não há motivo para pontapé de pênalti, porque a lei prevê exatamente que todas essas situações de ressaltos, ou como foi o caso do jogador chutar contra ele próprio, que não são penalizadas com infração. Muito bem a equipa de arbitragem, o VAR a confirmar, sem motivo para pontapé de pênalti.

Temos depois ao minuto 82, não o gol do Borja Sáenz, que é sem margem para dúvidas legais, mas a celebração do Borja Sáenz, que levantou a camisola para depois, num daqueles coletes brancos de roupa interior, exibir uma mensagem, que eu na verdade não me recordo. Mas aqui deveria ter visto alguma...

Sim, era de natureza pessoal, qualquer coisa relacionada, se não estou em erro, com a mãe.

É punível, Pedro Henriques?

Não, não é punível. É e não é. Não é em termos de campo, é fora do campo. De forma muito rápida, o Borja Sáenz, na comemoração do gol que acabou de marcar, levanta a camisola e há ali uma mensagem, que aparentemente é de natureza pessoal. Mas a lei 4, que é a lei que fala dos jogadores, e na página 66, no 1.5, que fala exatamente de slogans, mensagens, imagens ou publicidade, diz o seguinte, e agora aqui vou passar a ler que é muito rápido: "O equipamento não pode conter slogans, mensagens ou imagens políticas, religiosas ou pessoais. Os jogadores não estão autorizados a exibir roupa interior, com slogans, declarações ou imagens políticas, religiosas ou pessoais, ou publicidade, para além daquilo que possa ser o logotipo do fabricante", se for uma camisola de marca, obviamente. "Se for cometida qualquer infração", infração é ter uma destas mensagens, como foi o caso, "o jogador ou a equipa, que for o caso, são sancionadas apenas pela organização da competição ou pela Federação ou pela FIFA, conforme o tipo o jogo. Contudo, em campo, o árbitro não mostra qualquer cartão, nomeadamente o cartão amarelo".

Não é efeito disciplinar para o jogo em si, mas é mais na administração, é mais secretaria.

Exatamente, secretaria. As pessoas diziam: "Mas uma mensagem que seja para a mãe, para um familiar, é sempre uma coisa." Ou às vezes, tudo certo, não há problema.

A abertura do presidente, não é?

Não, o presidente tinha que estar a fazer a diferença entre uma mensagem que é política ou religiosa, ou pessoal, ou isto e aquilo. E então, para matar, entre aspas, todas essas situações, eles colocam aqui todas essas hipóteses. A punição a existir, e que vai existir, será de natureza apenas financeira.

Temos depois, para fechar a análise desta partida, não um lance em específico, mas a opção pelos dois minutos de tempo extra na segunda parte, depois de algumas pausas para substituição, algo que já tínhamos andado a verificar que este ano os árbitros estão a optar por não dar tanto tempo extra, mas aqui dois minutos, Pedro, na tua opinião, é muito curto.

Vamos lá ver. Na segunda parte há duas coisas que faz parte da Lei 7, que é para acrescentar tempo. Uma tem a ver com o gol, no fundo a comemoração, e outra são as substituições. E neste caso, houve seis paragens para substituições, onde entraram 10 jogadores. O que está a acontecer este ano? Primeiro lugar, está a acontecer que eu, como ex-árbitro e comentador desportivo, não fui à Federação Portuguesa de Futebol, nem ninguém da comunicação social receber qualquer formação e informação. Erro em termos de comunicação por parte da Federação, erro por parte da Federação nesta atitude, neste comportamento, nesta postura. E se querem que também os árbitros e a arbitragem sejam mais e melhor compreendidos, e eu fui árbitro 20 anos e tenho autoridade moral para o fazer e para o falar, e estive lá durante 20 anos. E durante esses 20 anos, metade foi no futebol profissional e fui dos árbitros, provavelmente, um bocadinho contrariando aquilo que eram às vezes até as diretivas, mais entrevistas dei em termos de comunicação social no meu tempo, e muitas vezes era criticado pelos meus pares, porque eu sempre achei que quanto maior for a abertura, também fui militar durante 27 anos, e fechar quartéis e fechar a arbitragem é um erro. Não, é pelo contrário, é para abrir, é para mostrar, sem medos, sem receios, com total transparência. E a Federação Portuguesa de Futebol deveria obrigatoriamente chamar a comunicação social em geral para explicar quais são as diretivas, aquilo que disse aos árbitros. É lógico que eu tenho aqui uma dedução e percebo por que o tempo está a ser menor, porque com esta questão das substituições, em que agora o árbitro, supostamente, assim que é levantada a placa, conta 10 segundos, que é o tempo que o jogador tem para sair do terreno de jogo, o que significa que num plano teórico e acadêmico, uma substituição faz-se em 10 segundos, porque não é aquela questão, se o jogador não sair em 10 segundos, fica lá fora e a equipa fica um minuto privada da entrada desse jogador. E portanto, nesse plano, aquilo que era 45 segundos que se dava em termos médio para cada paragem para substituição, no fundo, eles agora contam só 10 segundos. Mas na realidade, é uma falácia. E passo a explicar também rápido por que é uma falácia. Porque entre o quarto árbitro dizer ao árbitro "substituição", o árbitro olhar para ele, dizer que sim, ele levantar a placa, o jogador ter os tais 10 segundos para sair, o colega entrar e na realidade o árbitro apitar para reiniciar o jogo Façam lá as continhas, este processo demora sempre mais de 30 segundos. E é por isso que, no mínimo, já não indo aos 45 segundos, 35 segundos, seis paragens, tem que ser três minutos, e mais a comemoração do gol, temos que estar a falar sempre de quatro a cinco minutos. Portanto, dois minutos é muito pouco. E é muito pouco porque esta é uma competição em que, no final, vai contar os gols marcados, os feridos, há melhores marcadores e há equipes que muitas vezes estão ali na luta entre as descidas e as subidas, idas à Europa, exatamente pela diferença de número de gols. E é por isso que tem que haver mais rigor nisto. Se os árbitros receberam a informação, e acredito que sim, para dar menos tempo, nós, comunicação social, também devíamos saber. E não é só ficar fechado entre os árbitros e muito provavelmente entre os clubes que eventualmente tiveram formação. Portanto, deixo esta crítica aqui à Federação Portuguesa de Futebol, ao Conselho de Arbitragem, neste fechar de comunicação, invertendo completamente aquilo que estavam a fazer e tinham feito no ano anterior.

Pedro Henriques, que nota merece a equipe de arbitragem liderada por Miguel Fonseca, na arbitragem de Cláudia Ribeiro neste Rio Ave 0, Futebol Clube do Porto 2. Que nota merece a equipe de arbitragem?

Nota 7. Nota claramente positiva. Temos aqui um senão do cartão amarelo e daquilo que é, na minha opinião, o tempo extra dado, sobretudo no segundo tempo, mas temos uma coisa extraordinária. Não sei se repararam, 12 faltas. É talvez o jogo com menos faltas da nossa liga. Eu atrevo-me a dizer, não tenho aqui os dados do ano passado, se calhar é difícil encontrarmos um jogo na nossa liga com apenas 12 faltas. Zero cartões amarelos, não obstante eu achar que devia ter havido um, e um tempo útil que também acredito que neste momento está no top dos tempos úteis, porque tem quase 64%, ou seja, corresponde curiosamente aqui a 64 minutos de jogo jogado. Portanto, isso são bons indicadores e este é o grande mérito do árbitro, que a deixou jogar com a tal reflexo nas 12 faltas, no tempo útil, 64%. O gol foi bem anulado, aqui por intervenção do VAR, porque senão era um erro de equipe de arbitragem, e tecnicamente esteve bem, diria quase também na gestão disciplinar, com aquele senão do cartão amarelo. Portanto, boa arbitragem, gol bem anulado ao Futebol Clube do Porto, e uma arbitragem que acabou por ser bastante positiva com esta questão de apenas 12 faltas e 64% de tempo útil. Está de parabéns a equipe de arbitragem por deixar fluir o jogo.

Está feito mais um "Sem Falta", Rio Ave 0, Porto 2. Arbitragem de Miguel Fonseca, que recebe nota 7 do Pedro Henriques, também a contar para esta segunda jornada do campeonato. Na segunda-feira, Pedro Henriques, vamos analisar o trabalho da equipe de arbitragem que vai apitar o jogo entre Casa Pia e Benfica e depois temos também toda uma época pela frente. Um grande abraço, Pedro. Até amanhã.

Obrigado.