Feminicídio em Vespasiano: mulher sobrevive após arma do ex falhar | G1

"Eu me vi morta ali. Eu acredito que estou viva por um milagre mesmo. Foi Deus que me deu essa segunda chance", disse a trancista e empresária Susi Monteiro, de 40 anos.

O suspeito do crime, de 37 anos, foi preso em flagrante. Ele e a vítima mantiveram um relacionamento por cerca de dois anos, e o namoro terminou há aproximadamente duas semanas.

"Os portugueses não querem eleições nem estão disponíveis para pensar nisso"

Opinião Bilhete Postal

Os primeiros resultados do barómetro deste mês da Intercampus, o barómetro de referência nos estudos de opinião, mostra, grosso modo, que a situação política está congelada. O PS mantém-se à frente, apesar de descer ligeiramente, a AD ultrapassa o Chega, dentro do conceito de empate técnico, a direita continua maioritária e os pequenos partidos permanentemente enfraquecidos. A conclusão mais provável é que os portugueses não querem eleições, nem estão muito disponíveis para pensar nisso. Esta ânsia de estabilidade é um dos traços mais marcantes do eleitorado português. Ao longo dos anos, todos os partidos responsáveis por qualquer tipo de instabilidade foram penalizados eleitoralmente. Foi assim que Cavaco chegou à maioria absoluta, depois de ser derrubado pela esquerda. O mesmo aconteceu com Costa, depois de ser apeado pela geringonça. E Montenegro também beneficiou com isso, quando Pedro Nuno Santos derrubou a AD. Ao assistir ao debate do Estado da Nação percebe-se que esta consciência está bem presente em todos os líderes políticos. Numa espécie de jogo de poker, Governo e oposição desafiam-se a apresentar moções de censura ou de confiança. Nem Montenegro nem Ventura morderam o isco. A armadilha da instabilidade é a nossa maior defesa contra a precipitação dos ciclos eleitorais. 

Dever de escrutínio

Opinião Nota Editorial

A ministra da Justiça, Rita Júdice, veio a terreiro defender o seu colega da Administração Interna e inquieta-se  "como alguém pode reagir ou aceitar sem indignação que a sua vida e a sua casa, sem qualquer autorização, seja invadida. Seja por quem for. O direito à informação é importante, o trabalho jornalístico é importante, mas há limites que têm de ser respeitados".

A questão do Emmy e de quem 'indicar'

Opinião Colunistas Luísa Jeremias

Luísa Jeremias

Luísa Jeremias

Diretora da TV Guia/Flash!

17 de julho de 2026 às 00:30

Todos os anos, televisões de todo o Mundo olham para as suas produções e escolhem as que estão habilitadas a concorrer ao Emmy Internacional. O processo é longo e obriga a ter um conhecimento gigante de produção para televisão e tendências atuais. No caso de Portugal, interessa a área de ficção, em particular novela - já que o mercado das séries está dominado por outros países. Já tivemos vencedores na categoria novela no passado: em 2010, António Barreira conseguiu o Emmy para a TVI com ‘Meu Amor’, no ano seguinte foi a vez de Pedro Lopes, com ‘Laços de Sangue’ o levar para a SIC, e em 2018, a novela de Maria João Costa, ‘Ouro Verde’, conseguiu o galardão. E desde então nada. No ano passado - e vários dos últimos - nem à lista final chegámos. O que faz questionar qualidade de produção dos últimos anos. Chegados a 2026, e ainda em fase de seleção, e olhando o panorama em geral de produção, só duas parecem “habilitadas” a entrar nessa competição: ‘Terra Forte’ (TVI) e ‘Páginas da Vida’ (SIC). O que nos faz questionar sobre tudo o resto: desde história a realização e, sobretudo, fotografia. Aqui estaremos para assistir ao que se irá passar.