O Circo sem rede: Pequeno Manual de Sobrevivência Partidária

Há um género de espetáculo que os portugueses conhecem bem, mais fiel do que qualquer telenovela e com muito menos guionistas competentes: o espetáculo dos partidos a decidirem, semana sim, semana também, o que é que acreditam.

Senador Rogério Carvalho pede vista, e votação da Política de Minerais Críticos é adiada | Jovem Pan

Um pedido de vista coletiva na Comissão de Infraestrutura do Senado ao Projeto de Lei 4443/2025, que dispõe sobre a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, adiou a votação do relatório. Em reunião nesta terça-feira (14), o relator do projeto, senador Wilder Morais (PL-GO), chegou a ler seu parecer, mas um pedido de vista capitaneado pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE), adiou a votação do texto. A presidência da comissão ainda definirá o retorno do tema à pauta.

Empresas da Região Serrana mudam estratégia para formar líderes | G1

Empresas da Região Serrana do Rio têm buscado novas formas de preparar líderes e equipes para lidar com mudanças de mercado, desafios operacionais e decisões que exigem agilidade. Para especialistas em gestão, o planejamento continua sendo essencial, mas a capacidade de adaptação se tornou um dos principais diferenciais no ambiente corporativo.

O desporto forma pessoas! Não campeões

Quando Cristiano Ronaldo chegou à Academia do Sporting, vindo da Madeira, foi alvo de gozo pelo sotaque, pela origem e pela forma obstinada como vivia cada treino. O atleta que hoje simboliza disciplina e sucesso conheceu, em criança, a incompreensão e o “Bullying” que procuramos erradicar do desporto juvenil.

Senado aprova PEC dos agentes de saúde em 2º turno e governo fala em acionar STF – Money Times

Sessão deliberativa do Senado que aprovou fim do bloqueio orçamentário às agências reguladoras (Carlos Moura/Agência Senado)

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (14), em segundo turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 14/2021, que institui aposentadoria especial para carreiras dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate a endemias.

Subir para uma mota tem algo de medieval

Há gestos que sobrevivem às épocas, às revoluções tecnológicas e às mudanças da própria civilização. Enquanto historiador, habituei-me a procurar continuidades onde a maioria apenas identifica rupturas. Talvez seja por isso que nunca consegui olhar para uma mota apenas como um meio de transporte. Sempre que passo a perna por cima dela tenho a estranha sensação de estar a repetir um gesto que acompanha a Humanidade há muitos séculos. Antes de existirem motores, homens e mulheres montavam cavalos para trabalhar, combater, transportar mensagens, partir em peregrinação ou simplesmente regressar a casa. Hoje fazemos praticamente o mesmo movimento. Mudaram os materiais, mudou a velocidade e mudou o combustível, mas o corpo continua a assumir quase a mesma postura de quem, durante centenas de anos, encontrou no cavalo a extensão natural da sua liberdade.