Foi a doença que atrasou o início da sua vida na clausura. Na autobiografia, a beata diz que já na data da sua primeira comunhão, a 25 de abril de 1875, “suspirava pela vida religiosa”. “Nosso Senhor, porém, não me concedeu nesse dia a graça que tanto desejava. Esperava, então, pelo dia do crisma. E no dia 8 de julho do mesmo ano 1875, imediatamente depois de ser crismada, senti nascer em mim a graça da vocação, e nunca mais a perdi. Ela ia crescendo pouco a pouco comigo.” A freira assume que seguiu “guardando o meu segredo de me fazer religiosa” ao longo da infância. “Foi na idade de 12 a 16 anos que mais ofendi a Nosso Senhor, mas Ele não me abandonou”, assume. “Eu, naquele tempo, parecia mais rapaz que menina, e julgava que não havia ninguém no mundo tão feliz como eu. Desejava sempre ter sido rapaz para me poder fazer Jesuíta e ir para as Missões de África.”
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