25 anos do 11 de setembro: Mark Rutte afirma que aliados continuam ao lado dos EUA tal como em 2001

O secretário-geral da NATO garantiu esta sexta-feira que os Aliados continuam a estar ao lado dos Estados Unidos, tal como há 25 anos, após os atentados de 11 de setembro de 2001.

Secretário-geral da NATO, Mark Rutte

Secretário-geral da NATO, Mark Rutte Florian Gaertner / AP

Numa mensagem divulgada nas redes sociais, Mark Rutte afirma que, no 25.º aniversário dos atentados de 11 de setembro de 2001, a NATO “honra a memória de todos aqueles que perderam a vida”.

O secretário-geral da NATO recorda que, após os atentados, os “Aliados permaneceram unidos” e, pela “primeira e única vez” na história da Aliança, ativaram o artigo 5.º, que estabelece o princípio da defesa coletiva em caso de ataque.

“Os amigos e os aliados da América na NATO estiveram convosco na altura e continuam a estar convosco hoje”, afirma.

Os Estados Unidos assinalam hoje o 25.º aniversário dos atentados do 11 de Setembro, o mais mortífero ataque terrorista cometido em território norte-americano que causou quase três mil mortos, incluindo nove vítimas portuguesas e lusodescendentes.

Os atentados do 11 de Setembro desencadearam profundas alterações na política externa e de segurança dos Estados Unidos, mas também a nível mundial, incluindo o lançamento da chamada “guerra contra o terrorismo” e a intervenção militar no Afeganistão.

Foi a única vez que o artigo 5.º da NATO, que prevê uma cláusula de solidariedade e estipula que um ataque armado contra um país membro da Aliança seja considerado como um ataque dirigido contra todos, foi ativado.

A 11 de setembro de 2001, dois aviões sequestrados por terroristas da Al-Qaida atingiram as Torres Gémeas do World Trade Center, em Nova Iorque, provocando o colapso dos edifícios duas horas após o impacto, enquanto um terceiro aparelho atingiu o Pentágono nos arredores de Washington.

Um quarto avião, que se acredita que tinha como alvo o Capitólio (sede do Congresso) ou a Casa Branca (presidência dos Estados Unidos), despenhou-se perto de Shanksville, na Pensilvânia, depois de passageiros e membros da tripulação terem tentado recuperar o controlo da aeronave.