"Deixo o court com um sorriso. Era disto que precisava." Alcaraz tentou, lutou e até vomitou — mas ainda não deu para mais

Ainda antes do jogo dos quartos de final do US Open, ainda antes da maratona que o levou noite dentro em Nova Iorque, Carlos Alcaraz sublinhou que as expectativas que tinha antes do Grand Slam permaneciam no mesmo sítio. Numa publicação da Tennis TV nas redes sociais, onde lhe era atribuída uma declaração em que dizia que já se sentia capaz de ganhar o troféu depois das quatro eliminatórias iniciais, o tenista espanhol apressou-se a comentar: “Eu não disse isso”.

Metade dos alunos faltou à época extraordinária dos exames nacionais

O exame de Português foi a prova com mais alunos inscritos e com mais faltas: num universo de quase 9.500 alunos, compareceram apenas 3.831 alunos

Metade dos alunos inscritos para a época extraordinária dos exames nacionais do ensino secundário faltou às provas, segundo dados do Ministério da Educação, que registaram uma taxa de desistência de 49,6%.

Taxas Euribor sobem a seis e 12 meses para novos máximos de cerca de 2 anos

Com as alterações de hoje, a taxa a três meses, que baixou para 2,626%, continuou abaixo das taxas a seis (2,800%) e a 12 meses (3,138%).

A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, avançou hoje, ao ser fixada em 2,800%, mais 0,004 pontos que na terça-feira e um novo máximo desde novembro de 2024.

Ministros do STF demonstram incômodo com prazos de Fachin e prolongamento da crise

Publicidade

A decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, de dar 72 horas para André Mendonça se manifestar sobre o pedido apresentado pela Advocacia-Geral da União (AGU) contra a decisão que afastou cautelarmente o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, prolonga o cenário de indefinição sobre a crise instalada na Corte.

Grupo Volkswagen sem mãos a medir para tantas encomendas

Há boas notícias no seio do Grupo Volkswagen. A nova vaga de elétricos está a correr bem. O céu e inferno nunca estiveram tão perto.

É de loucos, eu sei. Num dia noticiamos que o Grupo Volkswagen está a fechar fábricas e a cortar 50 mil postos de trabalho e, no dia seguinte, noticiamos que o gigante alemão não tem mãos a medir. Ainda para mais nos carros elétricos, onde, supostamente — tema para outro dia… —, os europeus não são competitivos.